Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Registro Genealógico

ABCS termina 2022 com mais de 330 mil registros genealógicos emitidos

A redução é de 6,42% em relação ao ano anterior e a queda se deve à crise que se instalou no setor da suinocultura no ano corrente

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ABCS termina 2022 com mais de 330 mil registros genealógicos emitidos

O levantamento divulgado pela Associação Brasileira de Suinocultura (ABCS), por meio do Serviço de Registro Genealógico de Suínos (SRGS/Brasil), que informa a quantidade anual de registros genealógicos emitidos estima que, em 2022, a marca de 332.800 deve ser alcançada.

De acordo com a entidade, foram 94.399 registros PO, 173.132 registros CCG e 9.803 registros Sintéticos, totalizando, até outubro, 277.334 documentos emitidos e, conforme a projeção pela média (27.733 registros) mensais dos primeiros 10 meses do ano, a quantidade total de emissões devem alcançar 332.800 registros genealógicos.

Este cenário traz uma queda de 6,42%, se comparado ao ano anterior, quando a associação registrou 355.622 certidões e o déficit se deve a crise que se instalou no setor da suinocultura a partir de janeiro de 2022, com aumento no custo de produção (aumento das cotações de milho grão e farelo de soja, principais ingredientes da ração que é responsável por 80% do custo de produção), redução nas exportações, no valor em US$/tonelada da carne suína nas exportações, aumentando a oferta no mercado interno e refletindo na baixa das cotações do quilo do suíno vivo para os suinocultores, além do baixo poder aquisitivo da população com a volta da inflação, que desacelerou o consumo da proteína.

Leia a matéria completa no anuário da Suinocultura Industrial: https://www.suinoculturaindustrial.com.br/edicao

 

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