Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Recursos do BB para nova safra crescem 33%

Com mais recursos em caixa, o Banco do Brasil (BB) vai disponibilizar R$ 20 bilhões para a safra 2003/04.

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Da Redação 30/06/2003 – Com mais recursos em caixa, o Banco do Brasil (BB) vai disponibilizar R$ 20 bilhões para a safra 2003/04, que começa oficialmente amanhã (01/07). O valor é 33% maior que o liberado na safra 2002/03, estimado em R$ 15 bilhões, dos quais R$ 2 bilhões destinados às agroindústrias. Os recursos do BB correspondem a 61,5% do total de crédito agrícola anunciado pelo governo federal, de R$ 32,5 bilhões em junho.

“O banco mudou o foco do agronegócio nos últimos anos. Mesmo com o maior critério para a liberação do crédito, está reduzindo a burocracia nas agências, o que agiliza o processo”, disse Ricardo Conceição, vice-presidente de agronegócios e relações com o governo do Banco do Brasil.

A maior disponibilidade de crédito reflete a expectativa do BB de aumento dos recursos dos depósitos à vista e da poupança rural, que juntos respondem por 70% das fontes de recursos para a agricultura. Do total, 70,5% das linhas são com taxas prefixadas, entre 1,15% e 10,75% ao ano.

A profissionalização do agricultor e a maior prudência na liberação dos créditos, somados ao comportamento favorável das commodities no mercado internacional, contribuíram para a redução do índice de inadimplência no banco, de acordo com Ricardo Conceição.

Hoje o índice está em torno de 0,5%, fato comemorado pelo executivo, lembrando a crise na metade da década de 90, quando o índice de inadimplência do setor chegou a 10%.

Para julho, o BB deve liberar R$ 1,25 bilhão. “Há ainda uma demanda para o trigo e pecuária, além de culturas regionalizadas”, observou Conceição.

O processo de liberação de recursos nas agências será menos hierárquico, segundo o executivo, o que descentralizará a decisão. Os agricultores familiares terão cartões informatizados, o que facilita a operação do financiamento. Esses mesmos produtores terão disponíveis um total de R$ 3,3 bilhões no banco, um aumento de 57,4% sobre a safra anterior, de R$ 2,1 bilhões.

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