Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 71,06 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,68 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,78 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,40 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 148,07 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,52 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,52 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.359,38 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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CTNBio pode autorizar importação de milho transgênico

Solicitação foi feita pela Associação Avícola de Pernambuco.

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Da Redação 16/03/2005 – A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) decide até esta quinta, dia 17, a importação de milho transgênico para ração de aves em Pernambuco. A Associação Avícola do Estado pediu pela segunda vez consentimento à CTNBio para a importação de 400 mil toneladas de milho transgênico. A primeira solicitação foi feita em 2002 e não foi atendida. O produto da Argentina será usado para a ração de frangos.

No próximo mês a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança também decide quanto à liberação comercial de três variedades de algodão transgênico resistentes a herbicida e insetos. Segundo o presidente da comissão, Jorge Guimarães, todos os cuidados vão ser tomados para que o pólen da planta transgênica não contamine espécies nativas de algodoeiro. De acordo com Guimarães, insetos e o próprio vento podem transportar o pólen a uma distância de 200 metros. A Comissão estuda a possibilidade de setorizar o plantio em determinadas áreas do país.

A CTNBio, que hoje conta com 18 membros, vai passar a ter 27, mas a mudança só será realizada depois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionar a Lei de Biossegurança. Também é necessária uma regulamentação na Casa Civil. O prazo para que o presidente Lula sancione a lei vence na próxima sexta.

Um dos artigos da nova lei prevê a cobrança de taxas pelas avaliações da Comissão, o que abre brechas para uma provável remuneração dos membros da CTNBio, que hoje prestam trabalho voluntário. De acordo com Jorge Guilherme, como a maior parte dos processos vêm do setor privado, a cobrança é justa. A idéia é copiar o exemplo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que cobra pelos procedimentos referentes à liberação de remédios.

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