Quem já começou a colher também comemora o desempenho da lavoura e faz planos para a venda.
Resultados da colheita animam os agricultores
Redação (18/10/06) – A expectativa é de que, além de oferecer um produto de mais qualidade, seja possível garantir um bom preço. É isso que está motivando o fumicultor Olívio Stall, de Rio Pardo, a acordar todos os dias às 6 horas e partir para a seleção das folhas que serão colocadas a curar. Depois, acompanhado da mulher Neusa, da cunhada Lurdes Rowedder e de dois funcionários vai para a lavoura onde começa a colheita.
“Tenho que aproveitar o tempo bom e trabalhar. Afinal esse é o sustento da minha família”, ressaltou. Neste ano, Spall plantou 115 mil pés em sete hectares e espera colher pelo menos mil arrobas. “Já estou na segunda apanhada e acho que dessa vez vai dar um bom resultado”. Embora com o bom retorno que vem obtendo em termos de quantidade, o produtor está preocupado mesmo é com a lucratividade. Para isso acompanha o mercado financeiro e as negociações entre as indústrias. “Tudo está ligado à cotação do dólar. Se estiver valorizado o fumo rende bem, só que isso vai depender mesmo é do mercado”, avalia, lembrando que espera conseguir uma remuneração média de R$ 85,00 por arroba.
Leia também no Agrimídia:
- •Paraná exporta frango para 150 mercados internacional e lidera diversificação de destinos
- •Aporte de US$1 bilhão pode levar Global Eggs a um dos maiores IPOs da B3
- •Sem luz na infância, hoje à frente de um império de R$ 2,4 bilhões: a mulher que comanda gigante da carne suína em Santa Catarina
- •Fórum Estadual de Influenza Aviária reúne setor avícola para discutir prevenção e biosseguridade no RS





















