As chuvas que caíram no sul do Estado durante o firiado, em sua maioria de fraca intensidade, ajudaram a diminuir os efeitos negativos da seca, que vinha se prolongando por quase um mês, nas lavouras de milho safrinha.
Chuvas amenizam efeitos da seca no milho em Dourados
Redação (10/04/07) – De acordo com a assistência técnica, já são contabilizadas perdas na cultura.
A situação ainda é de preocupação com o clima, que foi muito bom para a soja. Mas com o fim das chuvas intensas, a partir dos primeiros dias de março, os agricultores temem uma queda expressiva na produtividade diante do veranico, que chegou a quase um mês em diversas regiões produtoras.
A entrada da frente fria na sexta-feira passada provocou ventania e pancadas de chuva que somaram 10 milímetros, segundo a estação agroclimatológica da Embrapa Agropecuária Oeste. A massa fria causou precipitações mais intensas no extremo sul – em Ivinhema foram 100 mm no acumulado, mas perdeu força à medida que entrou na região central do Estado.
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Apesar das chuvas fracas, na região de Dourados a temperatura caiu fortemente nos últimos dias (ficando ao redor de 17 graus de madrugada) diminuindo a evaporação da água do solo, o que ajuda as plantas do milho. A evapotranspiração era ontem de 3,2 mm, enquanto em dias quentes chega a 16 mm.
Para as próximas duas semanas, as previsões são de dias mais frios e pouca chuva na região sul. Até o dia 23, deve chover apenas 18 milímetros, no total acumulado, o que representa mais preocupação aos produtores de milho.























