Após confirmar no relatório do USDA sobre a área plantada no País em 2007/08 um importante fator ”altista” para as cotações nos próximos meses, a soja tem no clima americano, no movimento dos fundos e nas perspectivas para a próxima safra sul-americana as incertezas que podem ou não tirar a commodity desse trilho.
Fundamentos retomam espaço na soja
Redação (02/07/07) – Na sexta-feira, o USDA divulgou que a área com o grão deverá ocupar 64 milhões de acres (25,9 milhões de hectares) nos EUA nesta temporada, menos do que esperavam os traders da bolsa de Chicago e 15% abaixo do total registrado em 2006/07, quando o plantio bateu recorde no país.
Sem problemas climáticos, produção e estoques podem cair, mas tais quedas já estão, em grande medida, "precificadas". Mas se os ventos não ajudarem nos EUA, as cotações, que estão hoje em elevado patamar, fatalmente encontrarão aí mais suporte.
Mas, como realça Flávia Moura, da Fimat Futures, esse não será o único fator de influência. Além dos passos dos fundos, o mercado também olhará, sobretudo no último trimestre, para a safra sul-americana – e o complicado cenário brasileiro, contaminado pelo câmbio, deverá atrair especial atenção.
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