Em Rio Verde (MT), já são 12 focos detectados de ferrugem asiática. Quem fala sobre o problema é o professor pesquisador, Hércules Diniz.
Ferrugem no MT

Considerada a doença mais importante da cultura da soja, a ferrugem asiática começa a dar “às caras” nessa safra. Já foram detectados 12 focos, e, conforme o professor Hércules, a situação tende a se agravar com as chuvas que não tem dado trégua.
“Não dá para dar combate à ferrugem com o tempo molhado e assim, ela pode se proliferar ainda mais”. O jeito, diz ele, é manter a calma e ficar atento ao desenvolvimento das plantas.
Ao primeiro sinal da ferrugem, continua o professor, é necessário levar alguns exemplares para análise em laboratório…
Leia também no Agrimídia:
- •Roberto Cano de Arruda é homenageado em Itu e reforça legado na suinocultura paulista
- •Diálogo entre setor público e privado impulsiona cadeias produtivas de suínos, aves e peixes em MS
- •Sanidade e Agropecuária: Reino Unido intensifica combate à importação ilegal de carne e reforça medidas de biossegurança
- •Avicultura e Exportação: influenza aviária redefine comércio global de frango nos EUA sem colapso dos mercados
Causa:
A causa da ferrugem é um fungo chamado Phakopsora pachyrhizi, originário na Ásia, também o berço da soja. Por quase cem anos, a ferrugem asiática esteve limitado ao continente asiático. A partir de 2000 a doença foi encontrada na África, no Paraguai (2001), no Brasil (2002), em outros países da América do Sul ( Argentina, Bolívia, Colômbia e Uruguai) e agora também nos Estados Unidos.
No Brasil, a ferrugem asiática está presente do Maranhão ao Rio Grande do Sul. Na última safra, os prejuízos associados à doença foram superiores a 5 bilhões de reais. Nas regiões onde a ocorrência da ferrugem foi mais severa, foram necessárias duas, eventualmente três aplicações de fungicida para o seu controle.





















