Oleaginosa tem maior série de baixas na bolsa de Chicago (EUA) em quase nove meses, segundo o Valor Data.
Soja tem maior série de baixas

A redução da exposição de investidores ao risco e as melhores perspectivas para a colheita na América do Sul voltaram a provocar a queda das cotações da soja ontem em Chicago. Foi a quarta sessão seguida de quedas, o que não acontecia na bolsa desde maio do ano passado, segundo levantamento do Valor Data.
Os contratos futuros com vencimento em maio – que ocupam a segunda posição de entrega, normalmente a de maior liquidez – encerraram o pregão a US$ 13,8125 por bushel, baixa de 17 centavos de dólar em relação à véspera. Na comparação com o fechamento de quarta-feira da semana passada, a última sessão na qual os preços subiram, a queda chega a 5,6%. Em 12 meses, a valorização acumulada ainda alcança 44,79%, também segundo o Valor Data.
Após a sequência de quedas, os preços desceram ao menor nível em três semanas, mas os reflexos do ainda elevado patamar seguem a motiva preocupações quanto aos aumentos de preços de alimentos no mundo. Analistas americanos acreditam que a recuperação da produção argentina e a safra recorde no Brasil – prevista pela Conab em 70,1 milhões de toneladas e pela publicação alemã “Oil World” em 71 milhões – podem reduzir o temor sobre o abastecimento global.
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