No Paraná, agricultores aceleram a colheita do milho safrinha. Chuva dá trégua e produtores correm contra o tempo. No oeste do estado, o excesso de umidade dos grãos preocupa.
Colheita da safrinha

Corrida para colher e descarregar. As máquinas avançam na lavoura, deixando o agricultor um pouco mais aliviado. A preocupação é com o clima, que tem maltratado as plantações. Primeiro foi a forte geada, depois, as chuvas em excesso.
O produtor Gion Gobbi, que cultiva 280 hectares, diz que o milho que está colhendo agora escapou. Já na área onde plantou mais tarde, o prejuízo é certo.
As chuvas frequentes tem prejudicado bastante as lavouras de milho safrinha no oeste do Paraná. Por isso, quando o grão está pronto e o tempo está ensolarado, é hora de trabalhar. Nem que a umidade esteja longe de ser a ideal.
O produtor Lucas Gaio, que tem milho plantado em 120 hectares, está colhendo o grão com umidade de 27%, enquanto o ideal seria 22%. Ele sabe que vai receber menos na venda e, para piorar, as perdas por causa da geada e das últimas chuvas já chegam a 40% na produtividade.
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Nos próximos dias, um novo balanço das perdas das lavouras de milho no estado deve ser divulgado pela Secretaria de Agricultura do Paraná.





















