Único país do mundo que já semeava soja em escala comercial no começo do século XX, a China ampliou de forma expressiva as importações do grão no início deste milênio.
Exportação de soja brasileira tem foco na China

Se a atual dependência do agronegócio brasileiro da soja é motivo de preocupação para muitos especialistas, dados os reflexos adversos que um revés no mercado do grão podem representar para produtores, agroindústrias e economias regionais, o aumento da concentração das exportações brasileiras da oleaginosa para a China nos últimos anos ampliou esses temores.
Único país do mundo que já semeava soja em escala comercial no começo do século XX, a China ampliou de forma expressiva as importações do grão no início deste milênio. Em boa medida, os chineses optaram por elevar investimentos em lavouras como milho, trigo e arroz em detrimento da soja, mas atraíram aportes, inclusive das grandes tradings multinacionais, em seu parque de processamento da oleaginosa.
Com isso, ampliou sua dependência da matéria-prima e hoje responde por cerca de 60% das importações mundiais, mas manteve produção relevante de farelo e óleo, cuja demanda doméstica explodiu com a aceleração de seu crescimento nas últimas décadas. EUA, Brasil e Argentina são os maiores exportadores globais de soja em grão. (FL)
Leia também no Agrimídia:
- •Menor oferta sustenta alta do trigo no Brasil em maio
- •Petrobras reduz preço do diesel em R$ 0,35 por litro a partir deste mês de junho
- •Pressionado por custos e crédito restrito, mercado de fertilizantes especiais recua em 2025
- •Conflitos no Oriente Médio elevam preço de fertilizantes e pressionam safra 2026/2027























