Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 63,58 / kg
Soja - Indicador PRR$ 127,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 133,58 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,52 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,28 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,87 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,05 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,05 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 142,24 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 146,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 153,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 158,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 135,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 151,40 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.368,63 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.329,48 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 160,50 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 141,40 / cx
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Focos da ferrugem crescem em Mato Grosso

Comparando acumulado até esta sexta-feira (3), com igual período do ano passado, volume passa de 9 para 13 registros em MT.

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Focos da ferrugem crescem em Mato Grosso

Mato Grosso ainda está longe de liderar o ranking nacional entre os estados com o maior número de focos da ferrugem asiática da soja confirmados nesta safra. No entanto, os registros feitos desde novembro – momento em que a doença começa a ser detectada – até esta sexta-feira (3) , superam em 44% o que havia em igual período da safra passada. Conforme o Mapa de Dispersão da doença, do Consórcio Antiferrugem, o Estado soma atualmente 13 focos contra nove. No ano passado, Mato Grosso fechou o ciclo 2012/13 com 112 ocorrências no Mapa da Dispersão, atrás apenas do Rio Grande do Sul com 115 e empatando com os mesmo 112 do Paraná.

Os treze casos da ferrugem no Estado tendem a se multiplicar e inflar as estatísticas locais nas próximas semanas, na medida em que o clima quente e úmido predominar, o que é muito comum para o mês de janeiro, no Estado. As altas temperaturas aliadas às chuvas tornam o ambiente bastante propício ao desenvolvimento e proliferação do fungo Phakopsora pachyrhizi, causador da doença. Os esporos são levados pelo vento e podem percorrer grandes distâncias e por isso a falta de trato fitossanitário, especialmente contra a ferrugem em lavouras precoces, preocupa e muito a Comissão de Defesa Sanitária Vegetal do Ministério da Agricultura (CDSV/Mapa), em Mato Grosso.

Mesmo sem alarmismo, técnicos e autoridades no assunto lembram que a doença está presente nesta safra e que a tendência é de os fungos da ferrugem se alastrem e mais do que nunca, o produtor deve estar atento ao desenvolvimento das plantas, em dia com as aplicações preventivas de fungicidas e não abrir mão do monitoramento. Um fator agravante neste momento é o início de colheita. Muitos produtores que fazem a colheita de variedades precoces deixam de aplicar fungicidas de maneira preventiva nas lavouras porque as plantas, em razão da precocidade da maturação – cerca de 95 a 105 dias – acabam não sendo as mais acometidas pela doença. Porém, como o fungo está em atividade, ele se expande para área com plantas mais tardias e o pior, em plena fase reprodutiva e de granação, impactando sobre a produtividade.

O MAPA – De um total de 81 ocorrências oficializadas no Mapa de Dispersão da doença, do Consórcio Antiferrugem, Goiás lidera com 41 registros, seguido de São Paulo com 16, Mato Grosso com 13 e Paraná com sete. Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, possuem um foco oficializado no Mapa cada um.

No Estado o último registro foi feio no dia 30 de dezembro do ano passado, pela Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (Fundação MT). O foco foi detectado em Campo Verde (139 quilômetros ao sul de Cuiabá) em lavoura comercial em estádio de desenvolvimento R5, fase com vagens em granação, ou seja, o risco de comprometer a produtividade é muito grande em lavouras neste período. Dos 13 casos registrados, 12 são em lavouras comerciais e desses, oito são em R5, três em R6 e um em R4. A primeira confirmação da safra 2013/14, em Mato Grosso, foi feita no dia 21 de novembro de 2013, em soja guaxa no município de Alto Araguaia (420 quilômetros ao sul de Cuiabá). O primeiro foco comercial foi oficializado no dia 30 do mesmo mês, com a doença em Campos de Júlio (387 quilômetros a noroeste de Cuiabá).

Entre os municípios mato-grossenses, Campos de Júlio lidera o ranking com cinco casos confirmados no Mapa. Todos em lavoura comercial, sendo quatro em R5 e um em R6. Em seguida está Sapezal, também ao noroeste, com três focos em lavouras comerciais, sendo um em R5 e dois em R6. Campo Verde tem dois registros, sendo apenas um em lavoura comercial. Campo Novo do Parecis, Alto Garças e Alto Araguaia, apresentam um registro cada, todos em R5 e em lavouras comerciais, com exceção de Alto Araguaia que teve o primeiro registro da safra, mas em soja guaxa.

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  • Milho - Indicador
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    kg
  • Soja - Indicador
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    R$ 133,58
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
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