Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Logística

Falta infraestrutura para um salto nos embarques de grãos sul-americanos

A expansão do agronegócio sul-americano está na berlinda. Um dos motivos é a logística deficitária.

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Falta infraestrutura para um salto nos embarques de grãos sul-americanos

A expansão do agronegócio sul-americano está na berlinda. Um dos motivos é a logística deficitária. Sem uma infraestrutura adequada de portos, estradas, ferrovias e hidrovias, o custo de exportação tem aumentado, fato que tira competitividade da região ante do seu principal concorrente, os Estados Unidos.

O ponto de equilíbrio para a produção se fundamenta na exportação. A América do Sul responde por 54% do comércio global na soja e por 31% no milho. Está entre os líderes nos negócios envolvendo café, algodão, cacau e suco de laranja. Porém, cresce em ritmo menor.

“O que pesa mesmo é a logística do Brasil e Argentina, por conta da relevância desses dois países no agronegócio da região. Mas as demais nações sul-americanas também não contam com boa infraestrutura”, destaca Luiz Antonio Fayet, consultor Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Ele falou sobre logística no 1.º Fórum de Agricultura da América do Sul, realizado no ano passado.

Neste ano, o tema é abordado pelo gerente do Departamento de Transporte e Logística do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Nelson Tucci. A palestra “Infraestrutura e Logística: O diferencial competitivo à produção e exportação” ocorre dia 27, às 18 horas.

Pelas diferenças geográficas dos países da América do Sul, não há um problema logístico único ou uniforme na região. O que não reduz a importância de um planejamento de infraestrutura conjunto.

No Brasil, os gargalos logísticos passam pelas estradas em má condição de tráfego, falta de hidrovias e carência de investimentos em portos marítimos. Diante deste cenário, de acordo com dados da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Onec), o custo lavoura-porto é quatro vezes maior em relação ao praticado nos Estados Unidos. Enquanto aqui são gastos US$ 92 por tonelada para exportar, no principal player agrícola do mundo o custo é de US$ 23 por tonelada.

Na Argentina, onde as principais áreas agrícolas estão a menos de 250 quilômetros do Porto de Rosário, porta de saída da safra local, o problema é a baixa profundidade da barra do Rio Paraná. Isso faz com que os navios saiam com, no máximo, 50 mil toneladas de grãos, o que encarece o frete. O Paraguai utiliza a estrutura argentina para 95% de suas exportações de grãos. A Bolívia também aposta na saída pelo Rio Paraguai até o Porto de Rosário. O Uruguai utiliza o Porto de Nueva Palmira, no Sudoeste do país, e o porto brasileiro de Rio Grande (RS).

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