Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Logística

Falta infraestrutura para um salto nos embarques de grãos sul-americanos

A expansão do agronegócio sul-americano está na berlinda. Um dos motivos é a logística deficitária.

Compartilhar essa notícia
Falta infraestrutura para um salto nos embarques de grãos sul-americanos

A expansão do agronegócio sul-americano está na berlinda. Um dos motivos é a logística deficitária. Sem uma infraestrutura adequada de portos, estradas, ferrovias e hidrovias, o custo de exportação tem aumentado, fato que tira competitividade da região ante do seu principal concorrente, os Estados Unidos.

O ponto de equilíbrio para a produção se fundamenta na exportação. A América do Sul responde por 54% do comércio global na soja e por 31% no milho. Está entre os líderes nos negócios envolvendo café, algodão, cacau e suco de laranja. Porém, cresce em ritmo menor.

“O que pesa mesmo é a logística do Brasil e Argentina, por conta da relevância desses dois países no agronegócio da região. Mas as demais nações sul-americanas também não contam com boa infraestrutura”, destaca Luiz Antonio Fayet, consultor Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Ele falou sobre logística no 1.º Fórum de Agricultura da América do Sul, realizado no ano passado.

Neste ano, o tema é abordado pelo gerente do Departamento de Transporte e Logística do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Nelson Tucci. A palestra “Infraestrutura e Logística: O diferencial competitivo à produção e exportação” ocorre dia 27, às 18 horas.

Pelas diferenças geográficas dos países da América do Sul, não há um problema logístico único ou uniforme na região. O que não reduz a importância de um planejamento de infraestrutura conjunto.

No Brasil, os gargalos logísticos passam pelas estradas em má condição de tráfego, falta de hidrovias e carência de investimentos em portos marítimos. Diante deste cenário, de acordo com dados da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Onec), o custo lavoura-porto é quatro vezes maior em relação ao praticado nos Estados Unidos. Enquanto aqui são gastos US$ 92 por tonelada para exportar, no principal player agrícola do mundo o custo é de US$ 23 por tonelada.

Na Argentina, onde as principais áreas agrícolas estão a menos de 250 quilômetros do Porto de Rosário, porta de saída da safra local, o problema é a baixa profundidade da barra do Rio Paraná. Isso faz com que os navios saiam com, no máximo, 50 mil toneladas de grãos, o que encarece o frete. O Paraguai utiliza a estrutura argentina para 95% de suas exportações de grãos. A Bolívia também aposta na saída pelo Rio Paraguai até o Porto de Rosário. O Uruguai utiliza o Porto de Nueva Palmira, no Sudoeste do país, e o porto brasileiro de Rio Grande (RS).

Assuntos Relacionados grãos
Mais lidas

Relacionados

Suinocultura Industrial 332
SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344