Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Saúde Animal

EUA quer criar sistema de prevenção

Instituto americano quer unir países para controlar focos de doenças animais. USAID aposta na união de medicina humana e veterinária.

EUA quer criar sistema de prevenção

Deficiências significativas para prevenção, detecção precoce e tratamentos eficientes para doenças sazonais e vírus, como a pademia de gripe H1N1, são encontradas em toda comunidade mundial, concluiu uma nova pesquisa de Instituto de Medicina Nacional Americano.

A pesquisa apresenta um plano detalhado para criação e financiamento de um sistema abrangente para identificar novas ameaças de doenças zoonóticas o mais cedo possível, para que, onde quer que surjam, possam ser tomadas medidas adequadas para evitar a contaminação humana, perda e morte da criação.

Âmbito Internacional – As agências federais americanas, principalmente a Agência Internacional de Desenvolvimento (USAID, sigla em inglês), devem liderar a pesquisa para desenvolver esse sistema e trabalhar em conjunto com outros países para a troca de experiências, equipamentos e outros componentes de vigilância de doenças de origem animal e as capacidades de resposta de todos os países do mundo em caso de pandemias, escreveu o comitê em seu relato. Os agente patogêncios de origem animal são responsáveis por quase 65% dos surtos de doenças infecciosas há cerca de seis décadas, acumulando mais de US$200 bilhões em perdas econômicas em todo o mundo nos últimos 10 anos.

Integração é a chave – A integração da medicina humana e da medicina veterinária podem ser a característica chave deste novo sistema porque a falta de coordenação e comunicação entre esses grupos pode ter gerado perdas na detecção de patógenos, levando a medidas menos eficazes para conter doenças. O relatório também recomenda uma mudança fundamental na vigilância à distância. O tempo levado para informar doenças individuais em cada país pode atrasar a prevenção, permitindo que o foco se espallhe.

Fundos e incentivos – A USAID também deve procurar fontes para o financiamento sustentável para desenvolver e manter esse novo sistema, relata a pesquisa. A vigilância deve se concentrar nas doenças individuais, com recursos proporcionais para identificar casos de infecção em seres humanos e animais. Além disso, os orçamentos de ajuda ao desenvolvimento devem atender às mudanças ou prioridades.

O esforço para encontrar um financiamento sustentável deve considerar os impostos sobre as exportações de carne e produtos à base dela como um possível mecanismo de ajuda, embora todas as opções devam ser avaliadas para determinar a forma de investimento adequada. O governo americano e as outras organizações devem oferecer incentivos econômicos, técnicos e de assistência médica para estimular a comunicação entre os países com focos de doenças para diminuir as consequências.

Maior transparência – Além disso, o relatório pede a direção geral da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, sigla em inglês) que declare emergência sanitária animal e torne as informações sobre focos de doenças públicas, caso os governos dos países não forneçam informações em tempo hábil. Uma maior transparência pode melhorar o controle de doenças nos animais antes que ela se espalhe.

“O desenvolvimento de um sistema global e eficaz para a detecção e controle às doenças zoonóticas é fundamental”, disse o co-presidente e reitor do departamento de Saúde Pública da Universidade de Boston. “No entanto, dada à vontade política e os recursos financeiros que forem investidos, acreditamos que é possível implementar um sistema integrado de vigilância da saúde humana e medicina veterinária para a detecção de doenças. E devemos fazê-lo agora”, afirma.

Obstáculos – Muitos obstáculos ainda impedem o desenvolvimento de um sistema mais completo e colaborativo para a vigilância de doenças, afirma o relatório. As principais são a baixa prioridade às questões de saúde de líderes políticos em alguns países, a falta de financiamento adequado e a falta de integração entre saúde animal e os especialistas em saúde humana.

A USAID e outras agências internacionais vêem a necessidade de estabelecer uma entidade única para coordenar o sistema de alerta zoonótico em outros países. Um estratégia é nomear a Oganização das Nações Unidas (ONU) para eleger um coordenador para colaborar com os países que já foram vítimas de surtos de doenças e ajudá-los a controlar novos possíveis focos, como o de gripe aviária, que atingiu diversas nações em 2003, sugere o relatório.

* Tradução Avicultura e Suinocultura Industrial

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