Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Internacional

Frigoríficos mais rápidos nos EUA: riscos para trabalhadores e segurança alimentar?

O governo dos Estados Unidos, durante a gestão de Donald Trump, implementou uma medida que permite o aumento permanente da velocidade das linhas de processamento em unidades de aves e…
Frigoríficos mais rápidos nos EUA: riscos para trabalhadores e segurança alimentar?

O governo dos Estados Unidos, durante a gestão de Donald Trump, implementou uma medida que permite o aumento permanente da velocidade das linhas de processamento em unidades de aves e suínos. Essa decisão, vista como uma vitória para empresas do setor, gerou forte preocupação entre grupos de defesa dos trabalhadores e de segurança alimentar.

O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) iniciou o processo para oficializar velocidades mais altas, que já eram permitidas em algumas instalações sob regime de isenção. Em plantas de frango, por exemplo, a velocidade de processamento pode chegar a 175 aves por minuto, superando o limite anterior de 140.

A justificativa do USDA baseia-se na alegação de que não há ligações diretas comprovadas entre a velocidade de processamento e lesões no local de trabalho. No entanto, pesquisas indicam que os trabalhadores de frigoríficos enfrentam riscos significativamente maiores de danos graves.

Sindicatos e grupos de defesa argumentam que a maior velocidade aumenta o risco de lesões por esforço repetitivo e acidentes, além de comprometer a segurança alimentar. Dados do Bureau of Labor Statistics mostram que a incidência de doenças ocupacionais na indústria de abate e processamento de animais é seis vezes maior que a média de outras indústrias.

A decisão do governo Trump contrasta com o posicionamento de grupos de defesa dos trabalhadores, que há anos alertam para os perigos do aumento da velocidade das linhas de processamento. A medida também reacende o debate sobre as condições de trabalho nos frigoríficos, onde muitos trabalhadores são imigrantes e indocumentados.

Fonte: Reuters

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