Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Dejetos suínos

Não houve acordo entre agroindústrias e produtores na reunião do Termo de Ajuste de Conduta, informa a ACCS.

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Redação SI 28/01/2004 – 10h00 – Em reunião realizada no dia 26 de janeiro em Florianópolis, sobre o Termo de Ajuste de Conduta,  relacionado aos problemas causados ao meio ambiente pelos dejetos de suínos, não houve acordo entre agroindústrias e produtores. Além do presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos, ACCS, Wolmir de Souza, e do pesquisador da Embrapa, Cláudio Miranda, representando os produtores, participaram da reunião também, representantes do Sindicarnes e Promotoria Pública.

A ACCS propôs que a agroindústria poderia descontar 500g de cada suíno abatido, correspondente da 3 parte do valor total da distribuição dos dejetos, sem contar com adequação das propriedades e nem armazenagem dos dejetos. Já as agroindústrias propuseram um valor de R$ 1.700,00 para cada produtor com até 59 matrizes no ciclo completo, 119 para criadores de leitão e 499 para parceiras. De acordo com o presidente da ACCS, Wolmir de Souza, esta proposta é inviável porque há poucos produtores com este número de suínos, deixando a maioria dos suinocultores descoberto.

Outro motivo que deixa os produtores indignados, é que as agroindústrias exigem ainda maior participação dos poderes públicos municipais e estaduais, assumindo responsabilidades com relação aos dejetos de suínos. “Nós entendemos que até agora, é somente o produtor e os poderes públicos municipais e estaduais que tem assumido esta responsabilidade, as prefeituras que disponibilizam de máquinas e pessoal para a distribuição adequada dos dejetos”, exclama Wolmir.

O próximo passo da ACCS, é realizar um levantamento nas prefeituras da região, para saber qual o real valor gasto com distribuição e armazenamento dos dejetos de suínos, para que no dia 20 de fevereiro de 2004, data que foi marcada a próxima reunião, a entidade tenha argumentos mais fortes para defender a sua posição. Nesta oportunidade a ACCS e agroindústrias apresentarão a suas propostas e juntamente ao Ministério Público, deverão chegar a um acordo.

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