Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,36 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,11 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 153,51 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 152,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 172,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,72 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 148,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,43 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,23 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.338,21 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.244,12 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 173,57 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 148,78 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,53 / cx
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Energia mais barata é reforço para avicultura

Produtores podem ter redução de custos utilizando a energia elétrica no período noturno.

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Redação (16/02/2009)- As atividades na zona rural tiveram um incremento com a disseminação do uso da energia elétrica. Os benefícios acabam aumentando com a adoção de políticas de acesso e barateamento do serviço, via programas como o de Avicultura Noturna (PAN) e Irrigação Noturna (PIN) implantados pelo governo do Estado. Ao utilizar a energia elétrica no período da noite, o produtor obtém descontos que chegam a 60%.

"Os irmãos Lairto de Oliveira e Júlio de Oliveira se dedicam à avicultura há 15 anos e nos últimos meses, integrando o PAN, contabilizaram uma boa ecomonia. Para manter dois galpões de criação de frangos e outras atividades da propriedade, eles gastam 5 mil quilowatts por mês. Com o subsídio concedido pela eletrificação rural, no horário normal, pagam R$ 0,16 o quilowatt. Quando usa a energia no período da noite – das 21h30 às 6 horas – o custo cai para R$ 0,06 o quilowatt.

"Todo desconto é bem-vindo’’, afirma Lairto, que produz seis lotes de 55 mil frangos ao ano, num sistema de integração com uma indústria da região. Para obter bons resultados e entregar os frangos com idade entre 42 e 49 dias, a energia elétrica é fundamental. A ração e água são distribuídas nos galpões por um sistema automatizado. A iluminação em algumas horas do período noturno também possibilita o ganho de peso porque a claridade estimula a ave a se alimentar.

Alguns equipamentos são imprescindíveis para a avicultura. Exaustores e nebulizadores garantem as condições para o desenvolvimento dos frangos. Os pintainhos necessitam de calor para sobreviver aos primeiros dias. Próximo à época de ir ao abate o calor em excesso pode provocar a mortalidade das aves. ‘‘Quando está muito quente, os nebulizadores deixam a temperatura mais agradável’’, diz Lairto.

A energia mais barata é utilizada também para o abastecimento de água captada de uma mina, exclusivamente à noite, e armazenada em caixas d‘água. Os produtores também contam com desconto em outras atividades na propriedade. Como a energia é registrada em um só relógio, os gastos com a casa também ficam menores.

Segundo Adenir de Carvalho, agrônomo da Emater que presta assistência na região de Apucarana, o produtor pode otimizar a utilização da energia elétrica mais barata, organizando a propriedade. ‘‘É possível, por exemplo, triturar a ração do gado no período da noite’’, afirma. Além disso, os custos com a avicultura podem ser cobertos com a venda da cama de frango. ‘‘Os dois barracões de Oliveira produzem entre 300 e 360 toneladas, que rendem R$ 100 cada uma’’, calcula.

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