Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Abate

Suinocultura garante bom tratamento ao rebanho e qualidade do produto

Abates seguem normais rígidas desde que o animal sai da granja e é encaminhado para o frigorífico

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Suinocultura garante bom tratamento ao rebanho e qualidade do produto

Ao entregar para o consumidor um produto de qualidade, o processo de fabricação da carne suína inclui a preocupação com o bem estar do rebanho.

Os abates seguem normais rígidas desde que o animal sai da granja e é encaminhado para o frigorífico.

A política de manejo começa nas instalações que abrigam o rebanho para o processo de reprodução.

A estrutura deve oferecer conforto, o que significa evitar a superlotação. Outra exigência: estoques renovados de água e comedouros suficientes para que todos os animais possam se alimentar, sem haver disputa por espaço e o consequente stress.

Climatizadores para regular a temperatura também fazem parte da filosofia de relacionamento do Frigorífico Frimesa com seus fornecedores.

“Nas UPLs (Unidades Produtoras de Leitões) trabalhamos muito forte com as climatizações. A temperatura é fundamental para que os animais desempenhem suas características”, explica Fabiane Bachega, médica veterinária

No transporte do rebanho, mais detalhes a serem seguidos sobre o bem estar. Os caminhões precisam ser adaptados para o transporte seguro, sem superlotação para evitar que os animais se machuquem e equipados com teto, o que impede a exposição ao calor dos raios solares durante a viagem.

No frigorífico, o abate ocorre por insensibilização elétrica. O animal é imobilizado e desmaia. “Chamamos de abate humanitário dentro das condições corretas de manejo. Já se foi o tempo da marretada, da facada. Há normas que a gente tem que cumprir para o bem estar. Se não fizéssemos o manejo correto, teríamos problema com a qualidade da carne”, afirma Fabiane.

“A gestão na propriedade evoluiu muito e tecnificou bastante o processo de produção”, afirma o médico veterinário Alexandre Monteiro, assessor técnico da Ocepar (Organização das Cooperativas do Estado do Paraná).

O especialista ressalta que os cuidados envolvendo a segurança para evitar acidentes também elevaram a qualidade do processo de bem estar dos animais. “Houve evolução nas instalações e nas medidas de manejo e trato com os animais. Essas melhorias proporcionaram uma evolução fantástica no rebanho. Isso se deveu a plantas automatizadas, evitando a insegurança e garantindo a higiene”, observa Monteiro. A qualidade da comida das criações, afirma o dirigente da Ocepar, foi outro ponto a favor da evolução das políticas de bem estar animal.

“Nosso rebanho é alimentado com cardápios feitos à base de grãos, sem mistura de restos de animais, garantindo um status sanitário que o mercado exige”, finaliza o assessor técnico da Ocepar.

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