Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,58 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,35 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 160,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,84 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,44 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,33 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,28 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 133,11 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 144,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 124,06 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,31 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 155,66 / cx
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Agroindústria espera recuperar perdas

Setor espera recuperar nesse mês o que foi deixado de exportar para a Argentina e a Rússia nos últimos 15 dias devido ao embargo desses países após o anúncio de foco de febre aftosa no Pará.

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Da Redação 06/07/2004 – 06h17 – A agroindústria catarinense espera recuperar nesse mês o que foi deixado de exportar para a Argentina e a Rússia nos últimos 15 dias devido ao embargo desses países após o anúncio de foco de febre aftosa no Pará. A previsão do setor é que as 1,06 mil toneladas de suínos e aves que deixaram de ser embarcadas por dia para a Rússia nesse período sejam ainda escoadas para que se recupere o dinheiro que deixou de entrar. Para a Argentina, ficaram represadas 183,3 toneladas por dia das mesmas carnes.

De acordo com o Instituto de Planejamento e Economia Agrícola de Santa Catarina (Icepa), o volume atinge cerca de US$ 1,5 milhão por dia.

A Coopecentral Aurora, de Chapecó, deve iniciar nos próximos dias o envio das 70 toneladas que deixou de embarcar para o país vizinho durante o embargo argentino. O presidente da empresa e da Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina, José Zeferino Pedrozo, avaliou como pouco diplomática a postura da Argentina, pois o país é parceiro no Mercosul.

A notícia do fim das restrições às exportações veio como alívio para o setor avícola. O presidente do Sindicato dos Criadores de Aves de Santa Catarina, Eldir Tauffer, destacou que o risco seria maior se a suspensão chegasse a dois meses. “Teríamos prejuízo porque o preço da carne bovina e suína iria cair e nós teríamos que acompanhar essa redução para disputar o mercado”, explicou. Tauffer avaliou que o embargo não chegou a ser sentido sentido pelo setor. A produção e o abastecimento para a indústria não foi reduzida, revelou o dirigente.

Os suinocultores foram os quem mais perceberam o efeito da paralisação das exportações. O preço do quilo para o integrado deixou de subir semanalmente, como estava ocorrendo antes do embargo. O valor ficou estagnado em R$ 1,98 o quilo sem a tipificação da carcaça. “Poderíamos estar ganhando entre R$ 2 a R$ 2,10. Mas acho que agora vamos recuperar essas perdas”, disse o presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos, Wolmir de Souza. 

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