Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Agroindústria espera recuperar perdas

Setor espera recuperar nesse mês o que foi deixado de exportar para a Argentina e a Rússia nos últimos 15 dias devido ao embargo desses países após o anúncio de foco de febre aftosa no Pará.

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Da Redação 06/07/2004 – 06h17 – A agroindústria catarinense espera recuperar nesse mês o que foi deixado de exportar para a Argentina e a Rússia nos últimos 15 dias devido ao embargo desses países após o anúncio de foco de febre aftosa no Pará. A previsão do setor é que as 1,06 mil toneladas de suínos e aves que deixaram de ser embarcadas por dia para a Rússia nesse período sejam ainda escoadas para que se recupere o dinheiro que deixou de entrar. Para a Argentina, ficaram represadas 183,3 toneladas por dia das mesmas carnes.

De acordo com o Instituto de Planejamento e Economia Agrícola de Santa Catarina (Icepa), o volume atinge cerca de US$ 1,5 milhão por dia.

A Coopecentral Aurora, de Chapecó, deve iniciar nos próximos dias o envio das 70 toneladas que deixou de embarcar para o país vizinho durante o embargo argentino. O presidente da empresa e da Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina, José Zeferino Pedrozo, avaliou como pouco diplomática a postura da Argentina, pois o país é parceiro no Mercosul.

A notícia do fim das restrições às exportações veio como alívio para o setor avícola. O presidente do Sindicato dos Criadores de Aves de Santa Catarina, Eldir Tauffer, destacou que o risco seria maior se a suspensão chegasse a dois meses. “Teríamos prejuízo porque o preço da carne bovina e suína iria cair e nós teríamos que acompanhar essa redução para disputar o mercado”, explicou. Tauffer avaliou que o embargo não chegou a ser sentido sentido pelo setor. A produção e o abastecimento para a indústria não foi reduzida, revelou o dirigente.

Os suinocultores foram os quem mais perceberam o efeito da paralisação das exportações. O preço do quilo para o integrado deixou de subir semanalmente, como estava ocorrendo antes do embargo. O valor ficou estagnado em R$ 1,98 o quilo sem a tipificação da carcaça. “Poderíamos estar ganhando entre R$ 2 a R$ 2,10. Mas acho que agora vamos recuperar essas perdas”, disse o presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos, Wolmir de Souza. 

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