A Tyson Foods comunicou que não está interessada em comprar a rival brasileira.
Tyson avisa que não quer comprar a Sadia
A Tyson Foods, maior produtora de carne do mundo, não está interessada em comprar a rival brasileira Sadia, disse seu principal executivo Leland Tollett.
A Tyson está desenvolvendo operações em três plantas para o processamento de frango no centro-sul do Brasil, disse ontem Tollett em uma conferência em Nova York. A companhia vai manter os investimentos existentes no Brasil, Rússia, Índia e China – os chamados países do BRIC – e vai usar a estratégia de se concentrar mais no mercado doméstico americano, disse.
“Nosso plano para o futuro é usar nosso capital para pagar dívidas, financiar esses projetos no Brasil, China e Índia, assim como dar apoio à nossa divisão de renováveis”, disse Tollett. A Tyson está menos dependente do mercado russo do que no passado, disse.
Leia também no Agrimídia:
- •OMSA reconhece nova zona livre de Peste Suína Clássica na Bolívia
- •Criadores alemães avaliam positivamente criadouros de dois níveis, mas apontam desafios operacionais
- •EUA: Minnesota registra mais dois rebanhos infectados pela influenza aviária
- •Mutações na hemaglutinina do H5 podem reduzir eficácia de vacinas aviárias, diz estudo
A Perdigão, maior processadora de aves do Brasil, disse anteontem em um comunicado que ainda está em conversação com a Sadia a respeito de uma possível fusão. As duas companhias tiveram a maior recuperação em mais de seis meses no pregão da Bolsa de Valores de São Paulo depois de que foi divulgado que elas poderiam anunciar um acordo de fusão já nesta semana.
O valor combinado de mercado da Perdigão e da Sadia excede o da Tyson Foods. As companhias são as maiores exportadoras de aves do Brasil e fabricantes de lasagnas, nuggets de frango, hambúrgueres e outros alimentos processados.























