Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Agroindústrias

Sadia e Perdigão vão hoje ao Cade

A Companhia da Sadia e Perdigão pediu audiência hoje ao Conselho de Defesa Econômica.

O presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Arthur Badin, disse ontem que representantes de Sadia e Perdigão, que anunciaram esta semana a união das empresas para criação de uma nova companhia, a Brasil Foods, pediram audiência para hoje com os conselheiros, para uma primeira apresentação da operação. Segundo Badin, deverão comparecer os presidentes dos conselhos de administração das empresas, Nildemar Secches (Perdigão) e Luiz Fernando Furlan (Sadia).

Badin afirmou que esse será o primeiro contato do Cade com as empresas, negando que tenha havido previamente ao anúncio da fusão qualquer conversa informal com representantes das companhia. ”Mas, o contato não elimina o rito que deve ser seguido que é a entrega, em 15 dias após a assinatura do primeiro documento, dos dados formais sobre a operação”, afirmou o presidente do Cade, em entrevista à imprensa na abertura de um seminário que discutirá as políticas de defesa da concorrência e defesa comercial do Brasil e da União Europeia.

A fusão entre as duas companhias que atuam na indústria alimentícia foi anunciada na última terça-feira e terá de ser julgada pelo Cade brasileiro e também por autoridades da concorrência de outros países, como a União Europeia (UE).

Badin disse que não concorda com as avaliações de especialistas de que este será o caso mais desafiador para o conselho. ”Não vejo nenhuma especificidade neste caso que o torne particularmente desafiador, mas é um caso obviamente importante e grande pelo tamanho das empresas envolvidas pela concentração em alguns mercados que ela pode gerar”, comentou.

E completou: ”Mas posso garantir que a fusão será analisada com a mesma tranquilidade, a mesma independência e a mesma tecnicidade com que são analisados todos os casos pelo Cade”, afirmou. Ele acrescentou que as informações que têm até agora sobre concentração de mercados com a fusão são as publicadas pela imprensa. ”As informações que tenho são as mesmas que vocês (jornalistas) têm e, por isso, seria leviano da minha parte fazer qualquer análise agora”, afirmou.

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