Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,63 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,74 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,50 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,68 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,06 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,98 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,30 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 146,25 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 145,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 164,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 169,09 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 138,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 157,62 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,19 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,20 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.335,79 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.260,04 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 169,69 / cx
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Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 154,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 169,26 / cx
Agroindústrias

Agroindústrias pequenas e competitivas em SC

Faesc apoia ação do Sebrae e Cidasc para colocar frigoríficos de SC no mercado nacional.

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Agroindústrias pequenas e competitivas em SC

A parceria que a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de SC (Cidasc) firmou com o Sebrae/SC na semana passada – para capacitação e certificação das empresas catarinenses que utilizam matéria-prima de origem animal – foi elogiada pelo presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo.

A Cidasc habilitará os pequenos frigoríficos ao SISBI – Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Essa habilitação dá à empresa condições de comercializar seus produtos em todo o território nacional.

Em um primeiro momento, a Cidasc visitará as indústrias que buscam a certificação e orientará quanto as adequações necessárias para a habilitação. Em seguida, o Sebrae/SC prestará consultoria a essas empresas, orientando-as sobre a melhor maneira de fazerem as adequações solicitadas. A habilitação ao SISBI abre, a cada empresa, um mercado potencial de 200 milhões de consumidores no território nacional, em contrapartida a um mercado de cerca de 6 milhões, representado pelo cenário estadual.

Depois de receber a certificação da Cidasc, a empresa ainda poderá contar com a orientação do Sebrae/SC no ajuste das embalagens para a inclusão da marca SISBI e também com consultoria de acesso ao mercado. A inspeção de produtos de origem animal pelo Sistema SISBI impõe altos padrões de segurança sanitária e de qualidade dos produtos de origem animal, dando garantias ao consumidor.

O presidente da Faesc destacou que as pequenas agroindústrias terão maior competitividade e julgou um grande avanço para a agroindústria barriga-verde a inclusão de Santa Catarina no Sisbi–POA, que integra o Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa). “Temos muitos laticínios e  frigoríficos de pequeno porte com grande qualidade em produtos lácteos e cárneos que não tinham a oportunidade de exportar a produção para outros Estados”, expôs Pedrozo.

A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina  fará a inspeção higiênico-sanitária e tecnológica em conformidade com as normas do Ministério da Agricultura. Para garantir o ingresso no Sisbi, as indústrias passam por auditorias que avaliam procedimentos de serviço, documentos e planilhas. Também são realizados treinamentos com o quadro funcional, bem como cursos em parceria com o Ministério da Agricultura com o propósito de harmonizar e padronizar os procedimentos de inspeção. Esses fabricantes de produtos de origem animal receberão um selo que identifica os estabelecimentos, ou indústrias de alimentos, incluídos no Sisbi-POA. A medida beneficia, principalmente, os pequenos e médios produtores.

A CIDASC tem 800 agroindústrias catarinenses cadastradas na Inspeção Estadual. A meta é que em três anos, destes 800 estabelecimentos, 300 recebam o selo do Sisbi.

A Faesc apoiou, desde 2006, a criação do Suasa com a finalidade de ampliar a inspeção dos alimentos de origem animal e vegetal. O sistema de defesa agropecuária inclui atividades de sanidade, inspeção, fiscalização, educação sanitária, vigilância de animais, vegetais, insumos, produtos e subprodutos de origem animal e vegetal.

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    Grande São Paulo (SP)
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