Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Balança Comercial

Exportações de carne suína crescem 16,9% em 2017

O setor vem gradativamente melhorando os preços internacionais da carne suína

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Exportações de carne suína crescem 16,9% em 2017

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 116,1 mil toneladas neste primeiro bimestre, superando em 16,9% o volume embarcado no mesmo período do ano anterior, de 99,3 mil toneladas.

Em receita cambial, a alta acumulada no primeiro bimestre chegou a 52,3%, com US$ 252,7 milhões, contra US$ 165,9 milhões obtidos no ano anterior.

Considerando apenas o mês de fevereiro, houve decréscimo de 0,7% no volume embarcado, com 51,7 mil toneladas – contra 52,1 mil toneladas exportadas em fevereiro de 2016.

Já em receita cambial houve elevação de 31,8% em fevereiro, com US$ 113,6 milhões (frente à US$ 86,2 milhões no segundo mês do ano passado).

De acordo com o levantamento feito pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) o setor vem gradativamente melhorando os preços internacionais da carne suína.  “Isto é reflexo da ampliação do volume de vendas e de um câmbio menos valorizado”, destaca Francisco Turra, presidente-executivo da ABPA.

Maior importadora da carne suína brasileira, a Rússia apresentou também a maior elevação em toneladas na comparação com os outros mercados importadores.  Ao todo, o país importou 41,8 mil toneladas no primeiro bimestre, superando em 6,2 mil toneladas (ou 18%) o total embarcado no mesmo período do ano anterior.

Em ritmo de crescimento semelhante, a China incrementou suas compras em 6,1 mil toneladas (ou 136%), totalizando 10,6 mil toneladas importadas neste primeiro bimestre.

“A redução da produção chinesa de suínos fez o país aumentar a escala de importações, impulsionando as vendas para este mercado, uma tendência que deve se estender pelos próximos anos”, analisa Ricardo Santin, vice-presidente de mercados da ABPA.

Na América do Sul, os embarques para a Argentina estão ganhando destaque na pauta de exportações da carne suína brasileira. Destino de 7,2 mil toneladas no primeiro bimestre, o mercado incrementou suas compras em 4,2 mil toneladas (ou 141%) em relação às importações realizadas nos dois primeiros meses de 2016.

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