Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
Destaque Todas Páginas
Balança Comercial

Exportações de carne suína crescem 16,9% em 2017

O setor vem gradativamente melhorando os preços internacionais da carne suína

Compartilhar essa notícia
Exportações de carne suína crescem 16,9% em 2017

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 116,1 mil toneladas neste primeiro bimestre, superando em 16,9% o volume embarcado no mesmo período do ano anterior, de 99,3 mil toneladas.

Em receita cambial, a alta acumulada no primeiro bimestre chegou a 52,3%, com US$ 252,7 milhões, contra US$ 165,9 milhões obtidos no ano anterior.

Considerando apenas o mês de fevereiro, houve decréscimo de 0,7% no volume embarcado, com 51,7 mil toneladas – contra 52,1 mil toneladas exportadas em fevereiro de 2016.

Já em receita cambial houve elevação de 31,8% em fevereiro, com US$ 113,6 milhões (frente à US$ 86,2 milhões no segundo mês do ano passado).

De acordo com o levantamento feito pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) o setor vem gradativamente melhorando os preços internacionais da carne suína.  “Isto é reflexo da ampliação do volume de vendas e de um câmbio menos valorizado”, destaca Francisco Turra, presidente-executivo da ABPA.

Maior importadora da carne suína brasileira, a Rússia apresentou também a maior elevação em toneladas na comparação com os outros mercados importadores.  Ao todo, o país importou 41,8 mil toneladas no primeiro bimestre, superando em 6,2 mil toneladas (ou 18%) o total embarcado no mesmo período do ano anterior.

Em ritmo de crescimento semelhante, a China incrementou suas compras em 6,1 mil toneladas (ou 136%), totalizando 10,6 mil toneladas importadas neste primeiro bimestre.

“A redução da produção chinesa de suínos fez o país aumentar a escala de importações, impulsionando as vendas para este mercado, uma tendência que deve se estender pelos próximos anos”, analisa Ricardo Santin, vice-presidente de mercados da ABPA.

Na América do Sul, os embarques para a Argentina estão ganhando destaque na pauta de exportações da carne suína brasileira. Destino de 7,2 mil toneladas no primeiro bimestre, o mercado incrementou suas compras em 4,2 mil toneladas (ou 141%) em relação às importações realizadas nos dois primeiros meses de 2016.

Assuntos Relacionados
comércioexportaçãosuinocultura
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329