Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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CNA defende agenda positiva para geração de energia no agro

Tema foi discutido em Brasília com Ministério de Minas e Energia

CNA defende agenda positiva para geração de energia no agro

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) defendeu, na terça-feira (12/02), a construção de uma agenda positiva para a geração de energia no agro a partir de fontes renováveis, como a biomassa florestal e de cana-de-açúcar, além da eólica e da solar.

O tema foi tratado em reunião, em Brasília, entre o presidente da Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura da CNA, Walter Resende, e o assessor técnico Maciel Silva, com o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Reive Barros.

Entre as propostas da CNA para esta agenda, estão a maior participação de fontes renováveis nos leilões públicos de energia e a criação de alternativas para o produtor rural comercializar este insumo como fonte de renda e gerar a própria energia nas propriedades rurais.

“Um dos assuntos foi os leilões de energia. Há um potencial muito grande para a biomassa florestal e de cana-de-açúcar, mas a participação ainda é ínfima nesses leilões. A gente propôs ao governo realizar alguns ajustes no longo prazo de forma que a gente amplie a participação dessas fontes”, relatou o assessor técnico Maciel Silva.

Segundo ele, a CNA busca traçar algumas ações para mudar a forma de geração e energia, passando a utilizar os insumos renováveis, principalmente nas propriedades rurais, a partir de matérias-primas não poluentes, para diversificar a matriz energética nacional e contribuir para o desenvolvimento do país.

“Queremos melhorar a qualidade dessa energia que chega aos produtores rurais para reduzir os picos de oscilação por meio da geração da própria energia. Também defendemos que ele consiga gerar energia para comercializar e ter fontes alternativas  de renda”, completou.

Ele lembrou que a venda de energia é vista com bons olhos principalmente no Nordeste, em razão dos problemas climáticos na região e do potencial de exploração de energia solar e eólica. 

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