Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Preços da carne suína exportada à China sobem 108%

CNA avalia que crescimento das exportações dessa proteína para a China é uma oportunidade para os suinocultores

Preços da carne suína exportada à China sobem 108%

Os preços de exportação da carne suína brasileira para a China cresceram mais de 100% entre janeiro e março, de acordo com relatório da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), publicado na semana passada. Conforme o documento, o quilo da proteína brasileira exportada para aquele destino custava pouco mais de US$ 1,50 em janeiro. Em março, o valor já se aproximava dos US$ 3,50.

De acordo com a CNA, antes da crise da PSA na China o Brasil exportava para aquele mercado basicamente a partes congeladas de suínos de baixo valor comercial. A partir do segundo semestre de 2018, contudo, começaram a faltar cortes nobres no mercado chinês, e o país passou a suprir parte dessa demanda. Isso explica a evolução do preço da carne suína brasileira.

O relatório da entidade destaca, além disso, que o volume de exportações de carne suína para a China não seguiu a mesma tendência dos preços. Isso ocorreu devido à estratégia de abate antecipado de animais e matrizes que alguns abatedouros chineses adotaram para evitar que a doença atingisse seus plantéis.

“Com isso, o mercado chinês teve aumento de estoques de cortes menos nobres no segundo semestre e diminuiu o volume total de importação. A partir de janeiro, quando os estoques gerais de carne suína na China começaram a baixar, o volume das exportações brasileiras voltou a crescer”, aponta a CNA.

Estratégia para o suinocultor

A CNA avalia que o crescimento das exportações de carne suína para a China é uma oportunidade para os suinocultores brasileiros. Porém, a entidade alerta que esse cenário é temporário. Uma vez que a China consiga recuperar sua capacidade produtiva os volumes exportados podem voltar aos patamares históricos.

Além disso, o Brasil tem se beneficiado do conflito comercial entre a China e os Estados Unidos. Caso essa situação seja contornada pelos dois países, no entanto, a proteína brasileira voltará a ter um forte concorrente, observa o relatório da CNA.

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