Aliança feita com a dinamarquesa Novozymes vai ampliar produção de produtos microbianos.
Cade aprova parceria da Monsanto

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou ontem, sem restrições, uma aliança entre a americana Monsanto e a dinamarquesa Novozymes. Segundo parecer do Cade, a parceria busca o aumento da eficiência para pesquisa e comercialização de soluções microbianas para o setor agrícola.
“Essa aliança contará com a com a capacidade da Novozymes de descobrir, desenvolver e produzir soluções microbianas e com a capacidade da Monsanto de pesquisa, desenvolvimento, teste e comercialização”, destacou o parecer do Cade. A aliança tem objetivo de desenvolver e comercializar descobertas de novos produtos biológicos de cada uma das empresas.
“A operação não resultará na formação de uma sociedade com o propósito específico e a aliança funcionará exclusivamente com base no contrato celebrado entre a Monsanto e a Novozymes”, afirmou documento do Cade.
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O órgão afirma ainda que a Monsanto não fabrica ou vende produtos microbiológicos no Brasil. Portanto, é entrante nesse mercado. Pelo acordo a Monsanto vai pagar inicialmente US$ 300 milhões a Novozymes.
A aliança entre as duas empresas foi anunciada em 10 de dezembro. Segundo comunicado feito na época, a americana passará a ser responsável pelo marketing do atual portfólio de produtos biológicos da Novozymes e também por grande parte de sua organização comercial.
























