Mão-de-obra desqualificada, dificuldades nas exportações, necessidade de elevação do fator de produção são alguns dos gargalos na produção e comercialização de aves no Distrito Federal revelados no diagnóstico produzido pela Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária (FAV), da Universidade de Brasília (Unb).
Setor avícola do DF debate gargalos produtivos (Clipping)
Redação AI 02/07/01 10:10 – Mão-de-obra desqualificada, dificuldades nas exportações, necessidade de elevação do fator de produção são alguns dos gargalos na produção e comercialização de aves no Distrito Federal revelados no diagnóstico produzido pela Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária (FAV), da Universidade de Brasília (Unb). O estudo foi apresentado na última sexta-feira, no workshop “Plataforma da Avicultura Industrial no Distrito Federal”.
Estes entraves podem explicar os descompassos da avicultura no DF frente à média regional. Enquanto o setor registrou crescimento de 260% no Centro-Oeste, na última década, em Brasília acompanhou a variação da média nacional, com aumento de 90%. “Ou entramos nesta efervescência ou seremos engolidos”, diz Laurentino Batista, vice-presidente da Associação dos Avicultores do Planalto Central (Aviplac). Para isso, ele avalia que é necessário o desenvolvimento de novas linhas de frangos e de granjas experimentais.
A avicultura é a atividade que mais contribui para o Produto Interno Bruto (PIB) Agropecuário do DF, movimentando R$ 180 milhões por ano e empregando diretamente quatro mil trabalhadores e outros 10 mil indiretamente. Participaram da amostra 78 granjas de corte e 12 de matrizes, ou seja, 61% das em atividades na região. O levantamento iniciou em março do ano passado.
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