Em algumas granjas, as aves recebem ração com restrição.
Avicultores capixabas também sofrem
Redação 18/11/2002 – No Espírito Santo oa galpões estão quase vazios. Em uma fábrica de ração que abastece 50 granjas no interior do Espírito Santo a produção está cada vez menor. Falta o milho, principal matéria-prima. A produção de ração cai e compromete a criação de aves. Os frangos têm alimentos apenas sete horas por dia. Com a restrição de ração, muitas aves se bicam, perdem penas e peso. Apenas em um galinheiro, de 27 mil frangos, mais de 4,5 mil já morreram e o dono do negócio, o avicultor Ronaldo Salles, reclama do prejuízo. “Se não melhorar a situação até dezembro, eu fecharei as portas das granjas no máximo até fevereiro” estipulou. De acordo com a Associação de Avicultores do Estado, nos últimos três meses 40% das granjas fecharam as portas. Os avicultores dizem que o estoque de milho do governo não é mais suficiente para atender o mercado interno. Então, acaba faltando ração não só para os frangos.
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