Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Menos abate

Números confirmam a redução no abate de suínos em Santa Catarina.

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Redação SI 11/09/2003 – Dados fornecidos pela Associação das Indústrias de Carnes e Derivados no Estado de Santa Catarina (Aincadesc) demonstram a realidade do abate de suínos no Estado.

No mês de agosto de 2002, foram abatidos no Estado, 626.835 suínos, neste mesmo período de 2003, o abate foi de 532.498 suínos, isto é, 17% a menos. Nesta mesma margem, o mapa comparativo mostra que em julho de 2003, os frigoríficos de Santa Catarina, abateram 603.046 suínos, 13% a mais, ou seja, 70.608 cabeças ou  em torno de 5.600 toneladas superior a agosto de 2003. Estes números mostram a realidade da suinocultura em Santa Catarina e explicam os constantes aumentos no valor do kg do suíno.

Segundo o presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Wolmir de Souza, com a crise que se abateu na atividade, os produtores reduziram o plantel e muitos deles desistiram da atividade, restando este espaço em branco. “A falta do produto ocorre devido ao abate das matrizes e a redução na produção, a conseqüência disso é a procura maior que a oferta por isso os valores de comercialização sejam reajustados de acordo com a demanda”, explica.

A tendência, de acordo com Wolmir de Souza, é que estes aumentos constantes se repitam por um longo período, porque os produtores estão muito  desacreditados e não devem ampliar suas produções. “Além de que o suíno demora em média de cinco a seis meses para estar pronto para o abate, então o equilíbrio da produção está longe para acontecer”, finaliza.

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