Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Inflação no campo têm alta de 5% em São Paulo

Cotações têm alta de 5% em São Paulo.

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Da Redação 22/03/2005 – Impulsionado pela valorização dos grãos, o índice de preços recebidos (IPR) pelos produtores agropecuários paulistas, pesquisado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) – vinculado à Secretaria de Agricultura do Estado – encerrou a terceira quadrissemana de março com variação positiva de 5,1%. Foi a maior alta desde o início de dezembro de 2004 e, em relação ao intervalo imediatamente anterior, houve um ganho de 2,97 pontos percentuais.

O forte salto foi determinado pelo comportamento das cotações no grupo de produtos de origem vegetal, que, em média, subiu 8,78%. No grupo, os destaques foram as disparadas da soja (34,78%) e do milho (21,92%), sustentadas pela quebra da safra brasileira decorrente da prolongada estiagem que afeta a região Sul do país. Também o café registrou alta considerável (16,22%), em consequência do aumento das cotações internacionais, e a laranja obteve ganho de 14,56% no período.

No grupo de produtos de origem animal – que, em média, caiu 1,54% na terceira quadrissemana de março -, perdurou a pressão sobre os preços das aves, que recuaram 7,14%. Segundo Nelson Batista Martin, do IEA, a nova queda ainda reflete desequilíbrio entre oferta e demanda, principalmente em razão de um mercado doméstico menos aquecido do que se esperava inicialmente.

Para o acumulado de março, Martin espera variação positiva do IPR da ordem de 3%. No início do mês, o pesquisador estimava 2%.

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