Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Setor privado quer mudanças em regras para trânsito de aves

Empresários exigem certificados com testes negativos para influenza aviária e doença de newcastle.

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Redação AI (22/03/06)- O setor privado mudou sua estratégia para impor restrições ao trânsito interestadual de aves vivas e material genético. Os empresários pediram ao Ministério da Agricultura que este passe a exigir, na liberação do transporte entre os Estados, certificados laboratoriais com testes negativos para influenza aviária e doença de newcastle. Até então, o setor privado queria a proibição total ao trânsito de aves.

O documento do setor foi apresentado ontem à Secretaria de Defesa Agropecuária, último dia do prazo para a apresentação de sugestões ao plano de prevenção e combate à influenza e à doença de newcastle. “Pedimos uma alteração pontual para garantir segurança contra vírus de baixa patogenicidade”, disse Ariel Mendes, vice-presidente técnico-científico da União Brasileira da Avicultura (UBA). “Queremos restrições, mas sem causar problemas”. Um acordo sobre o texto deverá ser selado na próxima semana.

O certificado, segundo a sugestão, seria emitido três dias antes dos embarques e autorizaria o abate de frangos, perus, codornas e avestruzes apenas em frigoríficos com inspeção e comprovação de origem e destino da carga. Os animais não poderiam ser vendidos em feiras livres, por exemplo.

Outro ponto sugerido pela UBA é a restrição do trânsito de animais destinados a feiras e exposições de aves comerciais ou ornamentais. A liberação, mediante atestado emitido com sete dias de antecedência, seria apenas entre Estados considerados livre de influenza e newcastle. Os empresários também pediram a manutenção de livros de registro com origem e destino de aves vendidas em lojas.

O rascunho do plano prevê eventuais restrições apenas após um estudo soroepidemiológico dos plantéis e uma avaliação rigorosa dos critérios de fiscalização e inspeção de cada Estado. Pelo texto em consulta, os Estados só poderão proibir o trânsito depois de comprovar a capacidade operacional de execução das normas do Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA). A proibição, sujeita à aprovação do ministério, pode ser estendida a aves de corte e descarte de granjas de reprodução e de ovos de consumo ou destinados ao abate. As travas só poderão ser impostas entre Estados com diferentes status sanitários ou distinta eficiência nos serviços de defesa.

O país seria dividido em regiões e o ministério auditaria a implantação das normas. Um monitoramento sorológico anual e o cadastramento de veterinários seria feito. Entre outras medidas, o texto sugere fundos de emergência privados para indenizações e certificação de estabelecimentos livres das doenças em Estados fora das áreas livres.

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