Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Quilo do frango está 232% mais caro em Fortaleza

Para algumas marcas, o quilo chega a custar R$ 3,29.

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Redação (14/06/06)- O preço do frango está mais alto na Capital cearense, conforme havia sido previsto por supermercadistas locais e anunciado no início de abril pelo Diário do Nordeste. Desde o começo de junho, nos supermercados de Fortaleza, o consumidor está pagando mais caro pelo produto. Para algumas marcas, o quilo chega a custar R$ 3,29. Isso representa uma variação de 232% em relação ao preço mais baixo que o quilo do produto chegou a custar.

No início deste ano, o valor do quilo foi comercializado por até R$ 0,99 nos mercantis cearenses, em conseqüência do excesso de oferta no mercado interno causado pela redução das exportações brasileiras. A responsável pelo baque nas vendas para o mercado externo foi a gripe aviária.

O problema provocou a redução do consumo do produto no mercado mundial e se espalhou pela maioria dos países da região do Oriente Médio (Egito, Jordânia, Iraque, Israel, Chipre e territórios palestinos).
De acordo com Sebastião Neto, secretário executivo da Associação Cearense de Avicultura (Aceav), o que está acontecendo é a retomada do preço do produto e não um super aquecimento. Já deu tempo de o produto recuperar o preço. Os grandes exportadores adequaram suas produções ao mercado internacional e isso acabou diminuindo o excesso de oferta no mercado interno, explica. Segundo ele, como há impacto direto nos preços do mercado local, não se observa mais aquela onda de promoções que havia.

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