Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Mapeamento da cadeia produtiva dos suínos na reta final

Até agora, 85% da cadeia produtiva, formada por produtores integrados no RS, foi analisada.

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Redação (11/09/06)- A cadeia produtiva suinícola gaúcha deverá estar totalmente georreferenciada até fevereiro. A estimativa é do Sindicato da Indústria de Produtos Suínos do RS (Sips), que prevê para o período o encerramento dos trabalhos a campo feito entre os criadores independentes, que representam 15% do segmento no Rio Grande do Sul. Até agora, 85% da cadeia produtiva, formada por produtores integrados, foi mapeada. Eles representam 7,7 mil suinocultores, que produzem 85% da carne suína gaúcha. O projeto está sendo executado desde 2005 por técnicos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado (SAA), Superintendência Federal do Ministério da Agricultura (Mapa/RS), UFSM, Sips, Farsul e Senar.

O objetivo do georreferenciamento é, segundo representantes do setor, conquistar novos mercados importadores, como a União Européia (UE) e ainda parte do principal comprador internacional de carne suína, o Japão. Segundo o diretor executivo do Sips, Rogério Kerber, o país asiático representa 25% da comercialização da carne no mundo, algo em torno de 1,3 milhão de toneladas ao ano. “O problema é que os japoneses adotam o conceito de comprar apenas de países livres de aftosa, não por área como faz a Rússia”, reitera.

Neste sentido, a indústria acredita que o georreferenciamento, inédito na cadeia suína no país, torne o setor não suscetível a boicotes do mercado mundial. “Teremos controle da produção e agilidade nas questões de defesa sanitária”, aposta Kerber.

Atualmente, a Rússia é o maior comprador de carne suína do RS, que reponde por 65% das exportações brasileiras da carne àquele país. Até agosto, foram embarcadas 160 mil t, mesmo volume das remessas enviadas durante todo o ano passado.

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