O preço do frango teve a maior alta dentre os itens que compõem o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), com dados da primeira quadrissemana de março (últimos 30 dias encerrados no dia 7).
Preço do frango subiu 7,56% na primeira quadrissemana, apura Fipe
Redação (13/03/07) – O preço da ave na cidade de São Paulo teve elevação de 7,56% e contribuiu com 0,07 ponto porcentual do índice, ante uma alta de 4,09% (0,04 ponto porcentual) do levantamento anterior. A inflação pelo IPC ficou em 0,28% no período, contra variação de 0,33% na última quadrissemana de fevereiro.
Segundo o coordenador do IPC, Márcio Nakane, o frango deve continuar pressionando a inflação na cidade de São Paulo, mas em menor intensidade, já que na pesquisa de preços na ponta, em que a Fipe mediu os preços da primeira semana de março ante a primeira semana de fevereiro, o item apresentou desaceleração. Nesta medição, passou de uma alta de 13,16%, na última semana do mês passado, para uma elevação de 9,86% na semana inicial de março. "O pior já passou", disse o coordenador.
Além do frango, o item ovos mereceu destaque de Nakane. Na primeira quadrissemana do mês, subiu 8,48% e contribuiu com 0,03 ponto porcentual do IPC, ante 3,62% e 0,01 ponto porcentual, respectivamente, do final de fevereiro. Segundo o coordenador, este item poderá pressionar o IPC mais do que o frango até o final de março, pois ainda não desacelerou na ponta: alta de 12,46%, contra 9,02% da medição anterior.
Leia também no Agrimídia:
- •Poder de compra do avicultor em São Paulo reage em abril após queda no milho e farelo de soja
- •Vigilância sanitária comprova ausência de Influenza Aviária e Newcastle no Tocantins
- •Argentina é declarada livre de Influenza Aviária H5N1 após controle de foco
- •Doença de Newcastle avança sobre frangos de corte na Espanha e Polônia e acende alerta sanitário





















