Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Dólar baixo coloca em risco setor produtivo

Os analistas de mercado alertam para os riscos que alguns setores correm com a queda do dólar.

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Redação (28/05/07) – Segundo eles, a queda da moeda norte-americana é boa para muitas pessoas, especialmente para quem tem planos de uma viagem ao exterior ou quer comprar algum bem importado.

O problema, segundo o economista Carlos Serra, é que a política econômica do governo federal vai causar problemas para milhares de outros brasileiros. O setor agrícola é o mais prejudicado e os efeitos serão em cascata.

Os preços internacionais da soja e do milho são cotados em dólar. O produtor rural tem que exportar muito mais para garantir o pagamento de sua produção e a economia do campo perde força. "Perdendo força deixa de gerar riquezas e pode vir a provocar o desemprego", observa.

“Recentemente, o presidente Lula afirmou que o dólar baixo ajuda o assalariado. Isso não é totalmente verdade. Como fica o trabalhador do campo quando o setor perde dinheiro? Como fica o trabalhador da indústria nacional que não consegue competir com os importados?", questiona.

Reflexos – A trajetória de queda do dólar, que rompeu a barreira de R$ 2 neste mês, provocou o rearranjo do agronegócio e já tem reflexos na renda que circula nessas regiões. "O dólar deixou de encobrir a ineficiência da infra-estrutura", diz o economista José Mendonça de Barros.

Para ele, a moeda norte-americana vai continuar em queda "até onde a vista alcança", e a alteração na geografia do agronegócio veio para ficar pelos próximos três a quatro anos, até que haja tempo hábil para consertar problemas da infra-estrutura.

Com o dólar abaixo de R$ 2, a margem de ganho do produtor de milho equivale, nesta safra, a 56% do preço de exportação. Se for incluído o gasto com frete, cai para 28%, segundo o especialista.

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