Governo pode declarar circulação livre do vírus A/H1N1 no país. Mortes e contaminações são investigadas.
Mortes por gripe A são investigadas
As autoridades sanitárias brasileiras estão investigando duas das quatro mortes por influenza A (H1N1), registradas no País. Ainda não está clara a forma de contaminação do paciente de Botucatu (SP), de 28 anos, morto na sexta-feira (10/07). Também não foi esclarecido como a menina de Osasco (SP), de 9 anos, que morreu dia 30, contraiu a doença. Se os mecanismos de contaminação não ficarem definidos, o País poderá declarar que já há transmissão comunitária ou sustentável da gripe suína. Não há prazo estipulado para que a investigação seja concluída, informou o Ministério da Saúde.
O rapaz de Botucatu teria encontrado pessoas vindas do Chile. Para ser caracterizado o vínculo, é preciso que o contato entre paciente e transmissor tenha sido próximo. No caso da estudante, também há dúvida. Uma professora dela teria ido à Argentina. Mas isso ocorreu no período das férias e não teria havido contato entre elas. Segundo a secretaria de Estado de Saúde, há em São Paulo pelo menos cinco pacientes em estado grave, em Unidades de Terapia Intensiva (UTI’s).
A declaração de transmissão sustentada é considerada questão de tempo. Com o inverno e o aumento do número de doentes na Argentina e no Chile, o número de casos suspeitos e confirmados de gripe suína no País aumentou. De acordo com o boletim divulgado ontem (15/07), são 1.175 casos confirmados da enfermidade.
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