Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 65,36 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,88 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,71 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,97 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,36 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 155,96 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 162,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 181,28 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 146,63 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 168,62 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,62 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.356,88 / t
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Orgânicos no Centro-Oeste

Região alavanca produção em larga escala, com destaque para carne e soja. Europa tem maior demanda pelos produtos.

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Orgânicos no Centro-Oeste

O crescimento do cultivo de orgânicos no Brasil, acelerado nos últimos anos, deixou de ser impulsionado por pequenos agricultores das regiões Sul e Sudeste do País e já é liderado por médios e grandes produtores do Centro-Oeste, de acordo com diagnóstico da consultoria IP Desenvolvimento Empresarial e Institucional.

Conforme Ingo Plöger, presidente da empresa e diretor da Associação Brasileira de Agribusiness (Abag), apenas 5% dos produtores de orgânicos estão no Centro-Oeste, mas como na região as propriedades são maiores, dois terços da área ocupada por esses produtos está atualmente nos Estados da região, com destaque para carne e soja. Em número de produtores, o Sul ainda representa aproximadamente 70% do total.

Plöger ressalva que as estatísticas disponíveis sobre o segmento guardam muitas diferenças entre si, mas sustenta que o movimento é perceptível e necessário para que a produção brasileira ganhe escala. Na Europa, onde está a maior demanda mundial por orgânicos, a produção é dominada por pequenos agricultores e o fato é inclusive usado como apelo de marketing para atrair consumidores.

Estimativas do governo do fim de 2009 calculavam em 15 mil o número de produtores de orgânicos no País, espalhados em uma área de cerca de 800 mil hectares. Sem contar o extrativismo – que amplia o número de produtores e a área, que salta para 5 milhões de hectares -, considerava-se um movimento financeiro da ordem de R$ 500 milhões por ano e que 70% da produção é exportada.

O consultor aprova a decisão do Ministério da Agricultura de prorrogar de 2009 para 31 de dezembro de 2010 o prazo para que os agricultores se ajustem à nova regulamentação do setor, que envolve produção, comercialização, armazenagem, rotulagem, transporte, certificação e fiscalização.

Só quem seguir as regras à risca terá o selo do Sistema Brasileiro de Conformidade Orgânica. Em novembro, produtores, certificadoras e empresas pediram a prorrogação porque não teriam tempo de se adaptar até 31 de dezembro de 2009. A lei dos orgânicos foi sancionada pelo presidente Lula em 2003, mas só teve o decreto regulamentado em dezembro de 2007. A primeira instrução normativa saiu em dezembro de 2008; a última, em maio do ano passado.

Para Plöger, essa “sensibilidade social” foi importante para incentivar os pequenos a apostar nesse mercado. Mas ele alerta para a possibilidade de novas prorrogações, que podem atrasar o incremento da oferta nacional. “As redes varejistas ampliaram os espaços destinados a produtos orgânicos e sustentáveis em geral e vão aumentá-los mais. O crescimento no Centro-Oeste mostra que o Brasil tem condições de produzir orgânicos em grande escala, e isso é novidade”.

Nas gôndolas, os maiores sucessos orgânicos são o açúcar e o café, além de frutas e verduras. O açúcar orgânico lidera a pauta de exportações brasileiras no segmento.

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