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Mercado suíno aquecido no Rio Grande do Sul

Os suinocultores integrados recebem valores fixados com pequena margem de lucratividade.

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Mercado suíno aquecido no Rio Grande do Sul

O desenvolvimento da suinocultura no Rio Grande do Sul está aquecido na maioria das regiões produtoras do Estado. Os suinocultores integrados à indústria processadora recebem valores fixados com pequena margem de lucratividade. No período, houve uma sensível melhora nos preços recebidos pelos produtores, assim como no número de animais comercializados, estimulando inclusive os produtores autônomos ou não integrados. Na região de Erechim, o milho foi comercializado entre R$ 20,50 e 24,50/saco, o farelo de soja entre R$ 0,85 e R$1,20/kg e o quilo vivo do suíno ficou em R$ 2,55, para os produtores integrados. As informações partem da Assessoria de Imprensa da Emater.

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