Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Saúde Animal

Prevenção é o melhor caminho – por Eva Hunka

Uma das maiores causas de prejuízos na indústria avícola é a colibacilose aviária, causada pela bactéria Escherichia coli, que pode atingir toda a cadeia produtiva da granja

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Prevenção é o melhor caminho – por Eva Hunka

PersonalidadesUma das maiores causas de prejuízos na indústria avícola é a colibacilose aviária, causada pela bactéria Escherichia coli, pode atingir toda a cadeia produtiva da granja. Apesar de dificilmente ser a causa primária de doença nas aves, esse tipo de bactéria se instala no trato respiratório, digestivo e reprodutor das aves após o nascimento ou na fase adulta. Muitas vezes na forma de infecção secundária, agravando o quadro de doenças respiratórias ou mesmo evoluindo para uma sepse.

As formas clinicas podem variar tanto em intensidade quanto na manifestações dos sinais, e as perdas relacionadas ao desempenho dos lotes, na maioria das vezes, estão ligadas ao aumento da mortalidade, redução no ganho de peso e piora na conversão alimentar.

Essas características fazem da E. coli uma das maiores causas de uso de antibióticos nas aves por isso, é necessário um cuidado especial com a manutenção da saúde do plantel de galinhas produtoras de ovos e de carne, considerando também a qualidade alimentar para o consumidor final e mercados exportadores. 

A prevenção ainda é a melhor solução para barrar o problema e garantir a sanidade das aves. Isso inclui boas condições de manejo das aves e dos ovos para evitar a contaminação da casca, além da utilização de produtos eficazes no combate precoce à doença.

Durante décadas o controle de E. coli e outras bactérias patogênicas era feito por meio de medicamentos, muitas vezes adicionados a ração, de forma preventiva, durante todo período de vida da ave. Porém, com as novas exigências do mercado, principalmente por parte do consumidor, o uso dos antimicrobianos está cada vez mais restrito aos tratamentos e devem ser utilizados apenas sob prescrição do Medico Veterinário.

Para o uso de antibióticos no tratamento da E. coli é importante atentar para a concentração e qualidade do produto a ser utilizado. O uso de produtos inadequados pode aumentar o risco de resistência a estas drogas, e estes genes de resistência desenvolvidos pela E. coli, podem ser compartilhados com outras bactérias como as Salmonelas, por exemplo, dificultando ainda mais o controle destes agentes na granja.

Um produto com eficiência garantida e sem resíduos na carcaça, além de ser indicado para a produção de frangos saudáveis, também assegura também a qualidade do alimento para o consumidor final. Procure sempre utilizar produtos reconhecidos por sua segurança alimentar e de acordo com as exigências do mercado internacional.

Outra opção para o controle da E. coli é a utilização de vacina viva ainda na primeira semana de idade. A vacinação, além de atuar na proteção contra a colibacilose, promove uma melhoria na resposta imunológica inespecífica, através da ativação do GALT, de maneira uniforme, pois induz os tecidos linfoides a uma exposição controlada, no momento em que a flora intestinal ainda está em formação.

Na busca de uma alternativa de controle, a vacinação contra colibacilose proporciona uma proteção de amplo espectro e é uma estratégia bastante eficaz, conveniente e economicamente viável, pois tende a melhorar o desempenho de lote de frangos de corte, poedeiras e matrizes, além de reduzir a mortalidade e a necessidade de tratamento terapêutico, favorecendo o uso prudente de antimicrobianos.

 

 

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