Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Questão de segurança nacional

Dependência brasileira do fornecimento externo de aditivos alimentares é considerada pelo Sindirações como uma perigosa fragilidade da indústria brasileira de nutrição animal.

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Redação (15/12/2008)- A explosão dos preços dos aditivos alimentares em 2008 motivou o Sindirações a recorrer ao governo federal. A reivindicação do setor é que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) promova um estudo para checar a viabilidade econômica na produção de determinados ingredientes no País. “O Brasil conta com uma indústria química bem instalada. Temos domínio na tecnologia de fermentação. É preciso avaliar se há precursores disponíveis e os custos de produção desses aditivos para que o governo possa incentivar sua produção no País”, afirma Ariovaldo Zanni, diretor-executivo do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações).

Em 2008, o setor brasileiro de alimentação animal importou US$ 1 bilhão em vitaminas, aminoácidos e outros aditivos. Atualmente, a lisina é o único aminoácido em que o Brasil é auto-suficiente. O País conta com parque industrial altamente desenvolvido e já se transformou em plataforma de expedição do ingrediente para o resto da América do Sul, EUA e Europa. “A lisina é a exceção, já que somos importadores líquidos de outros aminoácidos e aditivos”, adverte o diretor do Sindirações.  

Segundo Zanni é importante que o governo financie e proponha atrativos fiscais e tributários para estimular investimentos na construção de plantas fabris no Brasil. “O momento de turbulência por qual passa a economia pode até desviar a atenção da iniciativa privada e do governo em relação a esse projeto. No entanto, a dependência que temos do fornecimento de aditivos alimentares já pode ser considerada uma questão de segurança nacional, uma vez que sem abastecimento regular e suficiente desses insumos fica muito difícil garantir os índices de produtividade da nutrição animal brasileira”, adverte Zanni. “Cremos que os principais interlocutores compreendam a complexidade dessa situação e mantenham-se atentos ao tema”.

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