Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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P&D

Efeitos negativos na alimentação animal

Pesquisadores descobrem toxina no milho que perturba o metabolismo animal.

Uma nova categoria de gordura encontrada na célula de animais mamíferos foi descoberta pelo Serviço de Pesquisa Agrícola (ARS, sigla em inglês). A toxina, denominada fumonisina, é prejudicial a criações.

A descoberta abriu uma nova área de pesquisa para explorar maneiras de reduzir os efeitos tóxicos da substância, encontrada em culturas de milho infectadas com o fungo Fusarium. A fumonisina é a causa de séria de doenças, como as pulmonares e cerebrais, encontradas em eqüinos e suínos. Em pesquisas anteriores, os cientistas descobriram que a substância inibe a formação de uma camada de gordura que perturba o metabolismo animal. Agora, sabe-se também, que as doenças hepáticas, nos rins e alguns tipos de câncer de roedores também são causados pela toxina. A pesquisa foi publicada recentemente no ‘The Journal of Biological Chemistry’.

Rilley e seus colegas descobriram que a enzima que formada na espinha dorsal usa a serina como substrato. No entanto, a enzima estava utilizando o aminoácido alanino em seu lugar, o que enibe a formação de barreiras protetoiras para a ação da toxina.

Esse novo estudo mostra que a quantidade de serina pode aumentar com uso de compostos que inibem a ação da alanina e regula as ações celulares combatendo doenças.

* Com informações do Pig Progress

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