Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Nutrição

Mamona em ração

Pesquisa da Embrapa Algodão e CES desenvolve sensor de toxidade da torta de mamona para uso em ração na Paraíba.

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Mamona em ração

A Embrapa Algodão, em parceria com o Centro de Educação e Saúde (CES) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), está desenvolvendo um sensor para controle de qualidade da torta de mamona para uso de ração animal. O objetivo é possibilitar a verificação da toxidade do produto que, apesar de altamente protéico, se não for devidamente tratado pode causar a morte do animal.

Obtida a partir da extração do óleo das sementes da oleoaginosa, a torta de mamona é um dos mais importantes subprodutos da cadeia produtiva da mamona, e vem sendo utilizada principalmente como adubo orgânico. No entanto, em função do seu alto valor protéico, o resíduo também vem sendo estudado como substituto para a torta de soja como alimento animal, visando baratear os custos para o produtor rural e fabricantes de rações.

O pesquisador da Embrapa Algodão e coordenador do projeto, João Paulo Saraiva Morais, explica que a meta é que o equipamento fique pronto até abril do próximo ano. “O sensor vai possibilitar que qualquer pessoa treinada possa verificar a qualidade da torna de mamona de forma mais rápida e barata que os métodos convencionais”, explica. O trabalho está sendo desenvolvido no Laboratório de Eletroquímica e Corrosão da UFCG.

Os estudos sobre a toxidade da mamona já vêm sendo conduzidos pelos pesquisadores da Embrapa Algodão, Liv Soares e Everaldo Medeiros, desde 2005.

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