Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Nutrição

JBS e National Beef Packing aceitam aditivo

Empresas não vão seguir a Tyson Foods, que deixará de comprar animais alimentados com zilpaterol.

Compartilhar essa notícia

A companhia brasileira JBS e a norte-americana National Beef Packing informaram que não mudarão as práticas de compra de gado, após a concorrente Tyson Foods ter anunciado que irá suspender, a partir do dia 6 de setembro, o processamento de carne proveniente de animais alimentados com Zilmax, um aditivo amplamente usado na ração que impulsiona o ganho de peso.

Em 7 de agosto, a Tyson enviou uma carta aos fornecedores dizendo que não mais aceitaria animais alimentados com a substância depois de ter recebido alguns que apresentavam dificuldade para andar ou nem mesmo conseguiam se movimentar. O anúncio levantou preocupações sobre um possível aperto na oferta de carnes e desencadeou um rali dos futuros de boi vivo na CME.

A National Beef Packing, companhia sediada em Kansas City e uma das maiores processadoras dos Estados Unidos, emitiu um breve comunicado no qual afirma que “coloca alta prioridade ao bem-estar animal em nossas instalações e não planejamos alterar as práticas de aquisição de gado”, informa a empresa. A nota foi divulgada na tarde desta segunda-feira, 12.

Já a JBS, maior processadora de carnes do mundo, revelou ter observado problemas similares aos citados pela Tyson e acrescentou que continuará com a atual prática de ‘monitoramente extensivo’ dos animais em suas unidades. O grupo brasileiro não foi capaz de identificar uma causa, disse o porta-voz da JBS, Cameron Bruett, em entrevista.

Ele afirmou ainda que a companhia tem um grande interesse no assunto, mas continuará aceitando animais alimentados com o Zilmax. “Nos chamou a atenção e não é algo que queremos que aconteça”, disse Bruett. “Sempre estamos preocupados com o bem-estar dos animais.”

As empresas adotaram postura semelhante à da Cargill, que em 8 de agosto declarou que continuaria comprando gados alimentados com o suplemento.

Embora a restrição da Tyson Foods ao aditivo desenvolvido pela Merck & Co. tenha inicialmente impulsionado os preços futuros do boi vivo, analistas consideram que o impacto nos preços da carne pode ser limitado, a menos que os concorrentes sigam o exemplo da empresa e ampliem a proibição do Zilmax.

Alguns confinadores devem mudar para um produto concorrente chamado Optaflexx, fabricado pela Elanco. O produto também é um beta-agonista, mas tem a ractopamina como princípio ativo.

Assuntos Relacionados JBS
Mais lidas

Relacionados

Suinocultura Industrial 332
SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344