O CTC realizou testes comparativos – com consumidores, em granjas e em frigoríficos – entre animais vacinados e castrados cirurgicamente.
Testes avaliam carne de suínos vacinados e suínos castrados
Redação (22/03/07) – Consumidores avaliaram aspectos como sabor, odor, coloração e maciez e, conforme o pesquisador Expedito Silveira, a carne do suíno vacinado foi bem aceita. "O nível de androstenona no animal vacinado foi de 0,28 microgramas/grama, ante 0,32 microgramas/grama no castrado; o nível detectável da substância é de 0,5 a 1 micrograma/grama", informa.
Na granja, o desempenho zootécnico do suíno vacinado também foi melhor. A média de peso vivo foi de 137,76 quilos, ante 124,41 quilos do castrado. O ganho de peso diário do vacinado foi de 0,944 quilos/dia, enquanto o do castrado foi de 0,851 quilos/dia.
No frigorífico, o peso da carcaça do vacinado foi de 108,93 quilos, ante 103,83 quilos do castrado. O rendimento de carne/animal também deu vantagem à imunocastração: 58,10 quilos ante 53,28 quilos do castrado.
Leia também no Agrimídia:
- •Produção de ração cresce na Alemanha e reforça demanda da suinocultura
- •APCS celebra 59 anos com evento técnico e reúne suinocultura paulista em Campinas (SP)
- •Suinocultura sustentável avança no Agreste com uso de biodigestores e redução de custos nas propriedades
- •Peste Suína Africana avança na Alemanha e concentra pressão sanitária no país





















