Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Leitão ideal, um programa para manter a suinocultura de SC entre as melhores do mundo

Idealizado por Embrapa e Aurora, o projeto apresentado nesta quinta-feira (25/11) aumenta a produtividade de leitões nas propriedades rurais vinculadas à Cooperativa.

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A suinocultura catarinense, considerada uma das mais evoluídas do mundo, incorpora um novo avanço zootécnico – o leitão ideal – projeto desenvolvido através de parceria entre a Coopercentral Aurora e suas cooperativas filiadas com a Embrapa Suínos e Aves, empresa de pesquisa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

O projeto foi apresentado nesta quinta-feira (25/11) na sede da Aurora, em Chapecó, na presença do presidente Mário Lanznaster e do diretor de agropecuária Marcos Antonio Zordan, do chefe da Embrapa, Dirceu Talamini e dos pesquisadores Nelson Mores, Armando Lopes do Amaral e Jean Carlos Vilas Boas Souza. Também participaram os coordenadores Valdir Schumacher e Sandro Tremea.

O projeto levará três anos para ser integralmente executado, absorvera 800 mil reais e atingirá cerca de 1.000 iniciadores, criadores de suínos especializados na produção de leitões do oeste de Santa Catarina.

Essa atividade faz parte do processo de melhoria contínua da cadeia produtiva e dá sequência ao projeto suíno ideal, desenvolvido desde 2009 pelos mesmos parceiros. O leitão é a base da produção dessa rica e preciosa proteína. O coordenador do programa, Sandro Treméa, explica que “somente se consegue um suíno ideal no abate se tivermos um leitão ideal para a terminação (engorda)”.

O objetivo desse projeto é produzir leitões de alto padrão zootécnico que gerarão os suínos ideais para o abate e processamento industrial, profissionalizando e capacitando os criadores. A obtenção de animais padronizados se refletirá na eficiência produtiva, mantendo os suinocultores catarinenses altamente competitivos.

O programa iniciou com a capacitação de técnicos e produtores, em abril deste ano, com intenso acompanhamento e auditoria sistemática para as correções e melhorias necessárias, fase que se encerra neste mês de dezembro.  No período 2011/2013, o projeto será implementado junto às cooperativas filiadas e produtores de leitões.

A padronização é extremamente importante, pois assegura ao sistema o domínio do processo produtivo, a melhoria da conversão alimentar, a redução da mortalidade de suínos e menor variabilidade dos suínos disponibilizados para o abate. Em consequência, proporciona cortes e rendimentos padronizados, e volume produzido dentro do esperado, além, de melhor controle sobre os custos.

Todos os elos da cadeia produtiva ganham, realça Treméa, porque o produtor eleva os índices zootécnicos e aumenta a renda, enquanto a indústria otimiza o aproveitamento dos animais abatidos. O produtor organiza a produção de suínos em lote, concentra os trabalhos de manejo, racionaliza a mão de obra. Com sistema de gestão, identifica os problemas da produção e, com procedimentos operacionais, padroniza o manejo. Tudo isso melhora os índices zootécnicos, com resultados econômicos.

A cadeia de suíno já tem um alto grau de eficiência, mas, mesmo assim, é possível potencializar novos ganhos zootécnicos, expõe o diretor de agropecuária da Aurora, Marcos Antonio Zordan. “O mercado é globalizado e competitivo. Quem não estiver inserido neste processo de melhoria contínua estará num processo de exclusão”, observa Zordan, apontando que as inovações geram novos padrões de exigência.

Trajetória

O projeto-piloto iniciou em abril de 2010 com 19 criadores das cooperativas filiadas Alfa, Copérdia, Cotrel e Itaipu e cumpriu as seguintes etapas: treinamento dos técnicos, treinamento dos produtores, acompanhamento dos produtores pelos técnicos, avaliações mensais das equipes envolvidas no projeto. Neste mês de dezembro o projeto-piloto será concluído com a avaliação. Em 2011, o programa será implementado em todas as cooperativas filiadas à Coopercentral Aurora e aos produtores de leitões.

Os parceiros na busca da eficiência cumpriram papéis importantes, da base ao topo dessa pirâmide laboral. Os criadores associados às cooperativas implantaram o programa de gestão, os procedimentos operacionais-padrões no processo de produção de leitões e na produção de suínos em lote. As cooperativas do sistema Aurora capacitaram os produtores para implantar os padrões de produção e gerenciamento da granja. A Coopercentral Aurora treinou os técnicos das Cooperativas filiadas, auditou esses mesmos técnicos para implantação dos procedimentos operacionais padronizados e auxiliou as cooperativas filiadas na capacitação dos produtores. A Embrapa gerou e disponibilizou o conhecimento científico e apoiou a capacitação dos técnicos e produtores

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