Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Política

Análise política do Sistema OCB aponta prioridades e desafios para o 2º semestre

A política no Congresso Nacional promete desafios. Saiba como a agenda do Governo Federal impactará o ajuste fiscal e a reforma do IR

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Análise política do Sistema OCB aponta prioridades e desafios para o 2º semestre

Na segunda-feira (4), o Congresso Nacional retomou as atividades legislativas após o recesso parlamentar. A expectativa é de que o segundo semestre seja marcado por embates políticos e pela dificuldade de construção de consensos, o que pode afetar o avanço da pauta governamental e o ritmo das atividades legislativas.

Este semestre será decisivo para o Governo Federal, que busca avançar em sua agenda econômica, especialmente no que tange ao ajuste fiscal e à Reforma do IR, enquanto enfrenta crescentes pressões políticas e sociais.

O primeiro semestre de 2025 foi marcado por instabilidade política e embates entre os Poderes, evidenciados pela derrubada do decreto do IOF pelo Congresso, pela aprovação de pautas econômicas sem o apoio do governo, como o redirecionamento de R$ 30 bilhões do Fundo Social para o setor agropecuário, e pelas crescentes tensões em torno de decisões do STF e da articulação legislativa.

A relação entre Executivo e Legislativo se manteve frágil e o governo enfrentou dificuldades para avançar em sua agenda prioritária e viu temas sensíveis, como a Medida Provisória 1.303/25 (ajuste fiscal), gerarem forte resistência parlamentar.

O semestre se encerrou com a escalada das tensões institucionais e a crise nas relações comerciais com os Estados Unidos, após o anúncio do aumento das tarifas de importação por parte do governo Trump. O episódio provocou reações internas e diplomáticas, influenciando diretamente o ambiente político e elevando o grau de incerteza para o segundo semestre.

Ao mesmo tempo, o avanço dos processos no STF e as articulações pela anistia aos atos de 8 de janeiro mantiveram o ex-presidente Jair Bolsonaro no centro do debate político, acirrando a polarização e dificultando o avanço de projetos estratégicos do governo no âmbito do Congresso, especialmente diante das mobilizações da oposição.

O semestre semestre tem início em meio a tensões entre os Poderes, marcadas pelo veto ao aumento de deputados, as expectativas de veto ao PL do Licenciamento Ambiental e a obstrução liderada por parlamentares da oposição, que ocuparam os Plenários para pressionar pela inclusão de pautas como a anistia aos investigados pelos atos de 8 de janeiro e o fim do foro privilegiado. Conflitos fiscais e políticos agravam o cenário, tensionando a governabilidade e impactando os trabalhos legislativos.

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