Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Proteção efetiva

Diante do grande poder de destruição do vírus H5N1, o causador da gripe aviária, diversas controvérsias científicas estão surgindo, principalmente na Europa.

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Redação AI (17/08/06)- Uma delas diz respeito à vacinação de aves criadas em cativeiro. A prática poderia mascarar o espalhamento do vírus, uma vez que os criadores optam por não vacinar todas as aves de modo a poder monitorar a chegada da doença o que não ocorreria se todas estivessem protegidas. O problema é que o método, apesar de resultar na morte de poucos animais, poderia levar à transmissão silenciosa da doença.

Em artigo publicado na revista Nature desta quinta-feira (17/8), um grupo de pesquisadores britânicos liderados por Nicholas Savill, da Universidade de Edimburgo, na Escócia, defende, com base em modelos matemáticos, a vacinação completa.

Um efetivo sistema de controle da gripe aviária precisa ter condições de proteger todas as aves dentro de um viveiro, o mais próximo possível dos 100%, disse Savill. Pelos cálculos apresentados pelo grupo, uma vacinação de pelo menos 90% em uma criação hipotética de 10 mil animais poderia reduzir em 50% as chances de novos casos da doença.

Além da quantidade, para o pesquisador britânico a qualidade dos medicamentos também é importante. As vacinas precisam ser fáceis de manusear e de aplicar. Elas devem ser eficientes também depois de uma única dose. As disponíveis atualmente não têm todas essas características reunidas, disse.

Para Savill, o ideal seria ter uma vacina para espalhar na comida ou na água utilizada pelos animais. Melhor ainda seria ter um medicamento que pudesse ser borrifado sobre o viveiro, afirmou.

Mas, apesar de totalmente favorável à vacinação ampla e irrestrita das aves confinadas, os pesquisadores britânicos defendem a necessidade de manter a estratégia do sentinela. Ou seja, entre os grupos vacinados em quase 100%, um ou outro animal deve ficar sem a proteção ao H5N1. O constante monitoramento dessas aves sentinelas poderia indicar com precisão a chegada do vírus.

O mecanismo das sentinelas é sem dúvida o mais rápido e eficiente. No caso da União Européia, por exemplo, seria necessário deixar pelo menos 1% das aves sem vacinação. E esses exemplares precisariam ficar no meio dos outros, em contato direto com o possível problema, disse Savill.

O artigo Silent spread of H5N1 in vaccinated poultry pode ser lido, por assinantes, em www.nature.com.

 

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