Muitas questões estão retardando a execução do programa, entre elas as diferenças entre os países membros do CVP.
Erradicar aftosa do Mercosul deve ficar para 2012
Redação (13/12/2007)- Acredito que há de se contar uns cinco anos. Com a meta prevista para 2010, porém nós tomaremos o início das devidas ações em 2008, deste modo, somente em 2012 estaríamos alcançando o objetivo de erradicar completamente o vírus da febre aftosa da região”, argumentou o doutor Hugo Corrales, presidente do CVP, em declarações ao diário ABC de seu país, sobre as medidas aplicadas para combater a doença. O projeto de erradicar a doença do Mercosul é para 2010. Muitas questões estão retardando a execução do programa, entre elas as diferenças entre os países membros do CVP, por exemplo, a Bolívia, a qual vem brigando com os outros cinco países (Argentina, Chile, Brasil Paraguai e Uruguai) nas últimas reuniões. As declarações de Corrales coincidem com a visita de uma missão da Organização Internacional de Epizootias (OIE) vinculada precisamente à questão da aftosa. Segundo havia informado oportunamente o CVP, o objetivo da visita era de inspecionar as fronteiras, onde os focos são mais acentuados. A data prevista para a visita da missão é até sexta-feira (14-12). “O objetivo fundamental é avaliar o grau de cumprimento e avanços em relação às recomendações exigidas pela OIE no último ano, e o acordo firmado entre o CVP e a OIE em fevereiro de 2007 sobre ações concretas contra a febre aftosa na região”, ressaltou Corrales. Adiantou que existe um cumprimento regional que é o pedido aos técnicos da OIE para que evoluam, não somente de país em país como também no contexto regional. “Apresentamos este acordo das cinco missões internacionais que eram membros dos países do CVP, onde se realizou um levantamento da situação atual, ou seja um diagnóstico, o qual já é possível iniciar as ações corretivas com base nas instruções das missões”, acrescentou. As informações são do E-campo.
Leia também no Agrimídia:
- •Bolsa paulista registra queda de mais de 21% nos preços médios em 2026
- •Suinocultura em Minas Gerais expõe custos elevados e pressão sobre a produção
- •Campanha impulsiona consumo e percepção da carne suína no Reino Unido
- •Regra federal sobre teor de gordura coloca em risco receita da Linguiça Blumenau























