O novo reprodutor comercial foi apresentado ao mercado na tarde de hoje (24/08), durante o 7o. Seminário Internacional de Suinocultura, realizado na Costa do Sauípe(BA).
Agroceres PIC lança o reprodutor AGPIC 415
Redação SI 24/08/2006 Aproveitando as atividades do Seminário Internacional de Suinocultura e, sobretudo, a presença da elite da produção suinícola nacional no evento, a Agroceres PIC está apresentando ao mercado seu mais novo produto: o reprodutor comercial AGPIC 415.
Com o novo produto, a Agroceres PIC consolida sua posição de empresa de genética que mais disponibiliza opções para os suinocultores brasileiros. A partir de agora o portfólio da empresa passa a contar com quatro reprodutores e três matrizes comerciais.
O AGPIC 415 se adapta perfeitamente às novas exigências do mercado suinícola mundial, viabilizando a produção de carne magra e cortes nobres em volume maior – produtos de alto valor comercial – com manejo mais econômico dos cevados. Tem ainda estabilidade produtiva, mantendo o desempenho e a produção de sêmen mesmo em condições adversas de ambiente e manejo.
Leia também no Agrimídia:
- •Embrapa aponta queda nos custos da suinocultura e da avicultura de corte em abril
- •Resíduos da suinocultura viram fertilizante e ajudam a sustentar a produtividade da soja
- •Diferença de quase 90% no preço do suíno vivo entre México (97,74¢/lb) e Brasil (51,72¢/lb) expõe desequilíbrio na suinocultura
- •Embargo europeu pressiona ajuste sanitário na pecuária brasileira
Sua progênie apresenta boa conformação e comprimento de carcaça, além de alta eficiência de crescimento em virtude da associação de ótima velocidade de ganho de peso com uma conversão alimentar excepcional. E quando cruzado com as matrizes Camborough, da Agroceres PIC, o novo AGPIC 415 produz exclusivamente cevados de pelagem branca.
O novo AGPIC 415 possui alta heterose ou vigor híbrido o que pode ser demonstrado pela sua elevada libido, maior disposição para o trabalho de coletas e coberturas, aliado a uma maior produção de sêmen, de melhor qualidade e viabilidade.
Da década de 80 para cá, o suíno com carne magra começou a ganhar espaço na indústria, merecendo remunerações diferenciadas aos produtores que investem neste diferencial. Por conta disso e graças aos avanços genéticos, o suíno perdeu 31% do seu nível de gordura, 14% de calorias e 10% de colesterol. O percentual de carne magra na carcaça, que era de 50% naquela época, subiu para 56 a 58 % nos dias de hoje.























