Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,79 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,47 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,42 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,79 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,97 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,43 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 172,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 192,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 164,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 188,97 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,29 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.291,22 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,90 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 199,06 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 171,38 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 163,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 182,06 / cx

Governo vai regulamentar regime de drawback específico para agronegócio

O sistema vai permitir, por exemplo, suspender a cobrança de impostos para milho e soja utilizados na ração animal se os frigoríficos se comprometerem a exportar a carne.

Compartilhar essa notícia

Redação (14/01/2009)- O governo deve regulamentar em breve um novo regime de drawback, que vai beneficiar, principalmente, o agronegócio. O sistema vai permitir, por exemplo, suspender a cobrança de impostos para milho e soja utilizados na ração animal se os frigoríficos se comprometerem a exportar a carne.

Segundo o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, o Ministério do Desenvolvimento e a Receita Federal estão trabalhando em conjunto nas regras, que estão previstas para sair em fevereiro. O principal empecilho para o governo é garantir que os produtos finais serão realmente destinados à exportação. 

Chamado de drawback integrado, o novo sistema prevê a suspensão de PIS/Cofins e IPI para insumos adquiridos no país desde que o produto final seja destinado à exportação. É o mesmo princípio do recém-criado drawback verde-amarelo, mas há diferenças importantes. 

No drawback verde-amarelo, a empresa é obrigada a importar pelo menos uma pequena parcela dos insumos para usufruir do benefício. O regime vale apenas para partes e peças, o que, na prática, excluía o agronegócio. Essas exigências desapareceram no drawback integrado. 

Uma demanda antiga dos exportadores, o drawback verde-amarelo foi anunciado em maio, mas só começou a funcionar em outubro por questões burocráticos. Apesar da crise internacional, que prejudicou as exportações, o nível de utilização do benefício é considerado razoável por governo e especialistas. 

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, US$ 2,2 bilhões em exportações brasileiras utilizaram o drawback verde-amarelo de outubro até a primeira semana de janeiro. Para embarcar esse valor, as empresas adquiriram US$ 600 milhões em insumos: US$ 400 milhões no mercado interno e
US$ 200 milhões em importações. 

"O importante é que os insumos nacionais superam os importados. A indústria está ganhando duas vezes: ao exportar e ao produzir os insumos", disse José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). Ele disse que o total de exportações beneficiadas pelo drawback verde-amarelo ainda é baixo, mas ressaltou que o mecanismo foi lançado em um período de crise. 

De acordo com Barral, a maioria das empresas que solicitou o drawback verde-amarelo já recebia o benefício do drawback tradicional. Ele acredita que muitas companhias devem migrar para essa modalidade à medida que seus empréstimos vençam, mas o objetivo do governo é atrair pequenas e médias empresas. 

Os cálculos do ministério apontam que o drawback tradicional, que também inclui suspensão do imposto de importação e do ICMS, pode significar até 7% de economia para as empresas. "Em um mercado internacional cada vez mais competitivo por conta da crise, isso não pode ser desperdiçado", disse Barral. 

Até o fim do ano, o Ministério do Desenvolvimento quer instituir um regime único de drawback, que hoje tem nove tipos. A tarefa é difícil, pois cada modalidade possui benefícios e regras diferentes. Castro explica que o drawback verde-amarelo já deveria ter contemplado os benefícios que só agora estão previstos no integrado, que deve sair em fevereiro. 

Assuntos Relacionados agronegócio
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 69,79
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 121,47
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 128,12
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 9,46
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,42
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,55
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 5,83
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 5,79
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 5,97
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 174,43
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 172,19
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 191,47
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 192,55
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 164,20
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 188,97
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,29
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,30
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.291,22
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.156,90
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 199,06
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 171,38
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 163,38
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 182,06
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341