Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 72,02 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,17 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,97 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 182,85 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 208,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,78 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,00 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,01 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.224,33 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.090,60 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 227,05 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,95 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 187,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 197,23 / cx

Preço agrícola recua 1,41% na 2a prévia de janeiro

Segundo os pesquisadores do IEA, a alta nos preços dos grãos reflete a quebra de safras no Sul brasileiro, em virtude da estiagem.

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Redação (20/01/2009) – Os preços recebidos pelos produtores rurais paulistas caíram 1,41% na segunda quadrissemana de janeiro. Os dados foram divulgados hoje pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. O índice dos produtos de origem vegetal (IqPR-V) fechou em baixa de 0,11%, enquanto o indicador dos produtos de origem animal (IqPR-A) registrou queda de 4,63%.

Segundo o IEA, os índices quadrissemanais, apesar de estarem negativos, tiveram uma leve diminuição no ritmo de baixa em comparação à primeira quadrissemana de 2009. No período analisado, cinco produtos apresentaram alta de preços (todos de origem vegetal) e 13 apresentaram queda (7 de origem vegetal e todos os produtos de origem animal). O levantamento do IEA mostra que os cinco produtos do IqPR que registraram altas na quadrissemana foram: feijão (18,42%), batata (17,28%), milho (8,95%), cana (1,11%) e soja (0,33%).

Segundo os pesquisadores do IEA, a alta nos preços dos grãos reflete a quebra de safras no Sul brasileiro, em virtude da estiagem. No Paraná, a maior quebra foi do feijão, que terá produção 38,6% menor do que a esperada – o volume caiu de 610,4 mil toneladas para 375 mil toneladas.

No milho, a redução alcança 31,5%, com colheita prevista agora em menos de 6 milhões de toneladas, ante 8,7 milhões de toneladas previstas do início do plantio. Na soja, havia a estimativa de produção de 12,8 milhões de toneladas, mas a seca deverá resultar em perdas de 17%, para 10,2 milhões de toneladas.

São Paulo

Em São Paulo, os produtores também tiveram perdas provocadas pelo clima, avaliou o IEA. Nas regiões de Avaré e Ourinhos, houve falta de chuvas entre novembro e dezembro, acarretando o não desenvolvimento da espiga do milho. "O crescimento de 76% nas exportações de milho em dezembro (em relação a novembro) e a quebra de safra Argentina também contribuíram para a elevação dos preços do grão", informa o IEA.

Os produtos que apresentaram maiores quedas de preços na segunda quadrissemana de janeiro foram tomate (19,78%), carne suína (13,01%), laranja para mesa (12,70%), amendoim (8,32%), banana nanica (7,13%) e carne bovina (5,56%).

Segundo o IEA, os preços do tomate começaram a voltar ao padrão normal, após a intensa alta provocada pelo excesso de chuvas nas regiões produtoras em dezembro de 2008. Os preços da laranja continuam em queda, em função das cotações internacionais do suco.

Já as cotações do amendoim reduziram o ritmo de queda, aproximando-se do nível mínimo, enquanto a redução no preço da banana reflete a grande oferta de frutas concorrentes nessa época do ano, o que reduz a demanda por essa fruta.

De acordo com os pesquisadores, os preços das carnes suína e bovina continuam em queda, provocada pela menor demanda dos abatedouros, "possivelmente determinada pelo comportamento dos consumidores, que não estão pressionando o mercado, mantendo-o frouxo", avalia o instituto.

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